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SEEU pode ter indisponibilidade até terça-feira (16/2)

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A partir deste domingo (14/2), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) começa a migrar a infraestrutura do Sistema Eletrônico de Execução Unificado (SEEU) para a sistemática de armazenamento em nuvem.

A mudança beneficia a usabilidade do sistema, com melhorias na estabilidade e na previsibilidade de funcionamento, e permite maior capacidade de crescimento e adaptabilidade às necessidades da Justiça. 

O SEEU é uma plataforma que centraliza e uniformiza a gestão da execução penal no país. Nele, tramitam a execução de pena privativa de liberdade ou restritiva de direitos decorrentes de sentença condenatória, provisória ou definitiva e as cartas precatórias expedidas nesses processos. Adotado até o momento por 30 tribunais, o SEEU conta com mais de 1,2 milhão de processos em sua base de dados. 

A migração será iniciada às 8h de domingo (14/2), com previsão de indisponibilidade total por um período de 24h. Após isso e até terça-feira (16/2), quando finaliza o procedimento, o SEEU pode sofrer paradas momentâneas.

Por conta dessas dificuldades, o CNJ vai registrar a suspensão de prazos nacionalmente no período integral de indisponibilidade da aplicação.

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Categoria: Integridade
A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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