Você está em: 

XVII Congresso Nacional das Justiças Militares é realizado no TJMSP

Postada em |

O TJMSP sediou nesta sexta-feira, 29/10, o XVII Congresso Nacional das Justiças Militares.

Com o objetivo de trocar experiências e conhecimentos na área do Direito Militar, o Congresso deste ano homenageou o juiz-corregedor aposentado da Justiça Militar da União, Célio Lobão Ferreira, e o desembargador militar da Justiça Militar do Rio Grande do Sul, João Carlos Bona Garcia, falecidos este ano. Os dois estiveram unidos na criação da Associação Internacional da Justiça Militar.

O evento contou com autoridades dos Poderes Judiciário e Legislativo, Ministério Público, Advocacia e Sociedade Civil.

Na quinta-feira, 28/10, no Plenário do TJMSP, foi realizada a assembléia da Associação dos Magistrados das Justiças Militares Estaduais – AMAJME.

O Congresso do dia 29 começou com a entrega do “Colar do Mérito Judiciário das Justiças Militares Estaduais” a 11 (onze) autoridades escolhidas pelos membros da AMAJME.

O presidente do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, Desembargador Ricardo José Roesler entregou ao presidente do TJMSP, Juiz Clovis Santinon, o medalhão comemorativo dos 130 anos do TJSC.

A primeira palestra do dia foi do Deputado Federal, General Peternelli, sobre o PL nº 9.432/17, que altera o Código Penal Militar.

No período da tarde, o Deputado Federal, Coronel PM Tadeu, e o Coronel PM Elias Miler da Silva, presidente da Associação de Oficiais Militares do Estado de São Paulo em Defesa da Polícia Militar – DEFENDA PM, discorreram sobre o PL nº 9.436/17, que, por sua vez, altera o Código de Processo Penal Militar.

A juíza de Direito da 3ª Auditoria Criminal da Justiça Militar do Estado de Minas Gerais, Daniela de Freitas Marques, abordou o tema “Tipo e tipificação nos crimes militares”.

O ministro Péricles Aurélio Lima de Queiroz, vice-presidente do Superior Tribunal de Militar e corregedor da Justiça Militar da União, falou sobre “A Justiça Militar brasileira na Segunda Guerra Mundial”.

E para encerrar o Congresso, o desembargador Militar do TJMRS, Almicar Fagundes Freitas Macedo, falou sobre as recentes decisões dos Tribunais Superiores e a Justiça Militar.

Rubio Paulino Coelho, Péricles Aurélio Lima de Queiroz e Orlando Eduardo Geraldi
Rubio Paulino Coelho, Clovis Santinon e Avivaldi Nogueira Junior
Péricles Aurélio Lima de Queiroz, Clovis Santinon e Safira Maria de Figueiredo
Magistrados realizam assembleia na quinta-feira, 28/10
Avivaldi Nogueira Junior e Silvio Hiroshi Oyama na assembleia da AMAJME
Orlando Eduardo Geraldi durante assembleia da AMAJME
Ricardo José Roesler, Getúlio Correa e Orlando Eduardo Geraldi
Magistrados no encontro das Justiças Militares
Execução do Hino Nacional Brasileiro
Juiz Fernando Pereira comanda a cerimônia de entrega do Colar
Getúlio Correa, presidente da AMAJME e Renata Gil, presidente da AMB
Marcos Fernando Theodoro e Marcelo Knopfelmacher
Ricardo José Roesler e Clovis Santinon
Antonio Augusto Neves e Vanessa Mateus, presidente da APAMAGIS
Desembargador Getúlio Correa agradece e dá boas vindas aos participantes
Renata Gil, presidente da AMB
Clovis Santinon, presidente do TJMSP faz a abertura oficial
Desembargador Militar Rubio Paulino Coelho mediou a palestra do deputado federal, general Peternelli
Evento realizado com todas as medidas sanitárias exigidas
Clovis Santinon, Renata Gil, Vanessa Mateus e Fernando Bartoletti
Clovis Santinon mediou a palestra do ministro Péricles

Desembargador militar Almicar Fagundes Freitas Macedo do TJMRS falou por videoconferência

Notícias relacionadas:

Magistrados togados posam lado a lado em cerimônia de posse de novos desembargadores

Posse no TJSP reúne autoridades e conta com participação do TJMSP

Postada em |
Grupo composto por homens e mulheres formalmente vestidos postados lado a lado em cerimônia oficial

Ouvidorias judiciais em pauta: TJMSP participa de encontro nacional em Mato Grosso

Postada em |
Categoria: Integridade
A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

Da denúncia à sentença: como o Judiciário atua na proteção de mulheres em situação de violência doméstica

Noticias