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TJMSP no VI Cojud em Belo Horizonte

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O presidente do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo, juiz Clovis Santinon e o juiz Orlando Eduardo Geraldi (presidente para o biênio 2022/2023), participaram nos dias 09 e 10/12, em Belo Horizonte,  do VI Encontro do Colégio Nacional de Ouvidores Judiciais (Cojud), com o tema transparência e integridade.

O evento aconteceu de forma híbrida (presencial e videoconferência) numa realização conjunta da Ouvidoria do TJMG e da Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes (Ejef).

O encontro trouxe reflexões sobre as práticas de boa governança, bem como a aplicação e a integração dos dispositivos da Lei de Acesso à Informação (LAI) e da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

O ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), abriu o ciclo de palestras no encontro e falou sobre integridade e compliance, observando que esses dois conceitos derivam de uma palavra: corrupção, que, segundo ele, é um “mal endêmico”, atingindo não apenas o Brasil, mas diferentes nações do mundo, das mais desenvolvidas às em desenvolvimento, e dos regimes democráticos às ditaduras.

“Em nosso país, a corrupção tem uma origem histórica”, disse o ministro. Ele discorreu sobre o tema, desde a chegada da família real ao Brasil, em 1808, passando por diferentes períodos históricos. Lembrou, entre outros aspectos, que o primeiro sistema eleitoral que surgiu na nação brasileira era excludente e se apresentava em desconformidade com a ordem ética. Ressaltou, então, o marco jurídico que a Constituição Federal de 1988 representou, em especial, na garantia de direitos fundamentais. “No entanto, ela não foi capaz de inibir falcatruas governamentais”, disse.

Diversos temas foram abordados nos dois dias do evento voltado para magistrados, servidores do Judiciário, operadores do Direito e público em geral. 

O desembargador Altair Lemos, presidente do Colégio de Ouvidores Judiciais (Cojud) recebeu das mãos dos magistrados do TJMSP, Clovis Santinon e Orlando Eduardo Geraldi,  o livro “Fragmentos Históricos da Justiça Militar Paulista”.

 

Orlando Eduardo Geraldi, Altair Lemos e Clovis Santinon

Com informações da Diretoria de Comunicação do TJMG

IMPRENSA – TJMSP

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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