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TJMSP participa do lançamento da Cartilha “Assédio na caserna: dizer não, não é insubordinação”

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quinta-feira, 1 de agosto de 2024

Na tarde da última segunda-feira (29/7), o Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo (TJMSP) marcou presença em solenidade na Procuradoria de Justiça Militar em São Paulo, onde ocorreu o lançamento da cartilha “Assédio na caserna: dizer não, não é insubordinação”. Representando o TJMSP, esteve presente a Dra. Maria Elisa Terra Alves, Juíza de Direito Substituta desta Corte.

Participantes da solenidade de treinamento

A cartilha tem como objetivo orientar as mulheres militares a reconhecerem situações de assédio, buscando apoio e punição para assediadores. Idealizada pela Procuradora de Justiça Militar Helena Mercês Claret da Mota, em parceria com representantes do Exército, Aeronáutica, Marinha e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a iniciativa integra o Projeto Proteção Jurídica da Mulher Militar.

Durante o evento, a Procuradora Helena Mercês Claret da Mota destacou a importância da informação na luta contra o assédio: “Para combatê-las, a informação é a principal arma. Garantir que todos saibam o que é o assédio e que certos comportamentos são inaceitáveis é o principal caminho para a prevenção e eliminação dessa prática”. Ela agradeceu a presença das autoridades e enfatizou a necessidade de que as Forças Armadas atue em prol da conscientização sobre o assédio, informando de forma acessível como denunciar.

No conteúdo, a Procuradora ressalta que “a inclusão feminina na defesa nacional requer o envolvimento de todos, na busca pela igualdade e o respeito em toda a tropa”. A cartilha pode ser acessada aqui.

O TJMSP parabeniza a Procuradoria de Justiça Militar pela importante ação, reiterando seu compromisso com a promoção de um ambiente seguro e respeitoso para todas e todos.

Por: Imprensa TJMSP

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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