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Homenagem ao Dia da Força Aérea Brasileira

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Categoria: Homenagem

Neste 23 de outubro, celebramos com grande orgulho o Dia do Aviador e o Dia da Força Aérea Brasileira. Essa data foi escolhida em homenagem a um dos maiores ícones da aviação mundial: Alberto Santos-Dumontque, em 23 de outubro de 1906, realizou o primeiro voo de um aparelho mais pesado que o ar, o 14-bis. O feito histórico aconteceu no Campo de Bagatelle, em Paris, quando o brasileiro percorreu 60 metros em sete segundos, voando a dois metros de altura, diante de uma multidão de espectadores e da Comissão Oficial do Aeroclube da França. 

Este marco pioneiro colocou o Brasil na vanguarda da aviação mundial, e Santos-Dumont, com sua genialidade e visão inovadora, tornou-se uma referência global, inspirando gerações de aviadores e impulsionando o desenvolvimento da aviação moderna. A Força Aérea Brasileira (FAB), criada em 1941, carrega com honra o legado de Santos-Dumont, atuando na defesa do nosso espaço aéreo com excelência, tecnologia e coragem. 

O Dia da Força Aérea Brasileira nos convida a celebrar o trabalho dedicado dos homens e mulheres que compõem essa instituição vital para a soberania e segurança nacional. Seja em missões de defesa, operações de resgate, apoio logístico em áreas remotas ou em ações humanitárias, a FAB desempenha um papel crucial para o bem-estar da sociedade e para a proteção das fronteiras aéreas brasileiras. 

Mais do que uma data comemorativa, este dia nos convida a refletir sobre a importância da dedicação, da bravura e do profissionalismo dos(as) militares da Força Aérea, que operam com excelência em situações desafiadoras e adversas. A todos que compõem essa grandiosa instituição, nossa mais sincera gratidão e respeito pelo inestimável serviço prestado à Nação. 

O Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo  expressa seu reconhecimento e admiração pela Força Aérea Brasileira. Neste dia, celebramos não só sua história, mas também sua contínua contribuição para a proteção e o progresso do Brasil. 

Por: Imprensa TJMSP

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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