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“Fevereiro Laranja” e conscientização sobre a leucemia: a importância do diagnóstico precoce e da doação de medula óssea

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quarta-feira, 16/2/2022

O Estado de São Paulo instituiu, no ano de 2019, por meio da Lei nº 17.207/2019, a campanha “Fevereiro Laranja”, dedicada à elaboração de ações educativas de conscientização para o diagnóstico precoce e tratamento da leucemia.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), em 2020, foram diagnosticados 10.810 novos casos de leucemia no Brasil, sendo que 5.920 foram registrados em homens e 4.890 em mulheres. Houve um aumento de 31,8% em relação a 2019, quando foram registrados 7.370 casos.  Atualmente, ocupa a 9ª posição nos tipos de câncer mais comuns em homens e a 11ª em mulheres no Brasil.

A leucemia é um tipo de câncer que afeta os glóbulos brancos do sangue e tem como principal característica o acúmulo de células doentes na medula óssea, que substituem as células sanguíneas normais. Dentre os sintomas mais comuns estão a fadiga, falta de ar, palpitação, dor de cabeça, entre outros. A redução dos glóbulos brancos também provoca baixa da imunidade.

O diagnóstico é feito por meio de exames laboratoriais como o hemograma, mas deve incluir ainda exames bioquímicos, como exames de medula óssea. O diagnóstico na fase inicial possibilita maiores chances de êxito no tratamento.

O tratamento da leucemia varia de acordo com o grau de estágio da doença e do tipo de leucemia que a pessoa possui. Pode incluir quimioterapia, imunoterapia, radioterapia, transplante de medula óssea (o qual requer compatibilidade entre doador e paciente), entre outros. No Brasil, o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME) possui mais de 5 milhões de doadores cadastrados.

Para se tornar um doador de medula óssea basta apresentar um documento original de identidade e preencher um formulário com dados pessoais em qualquer hemocentro. O voluntário não pode ter histórico de HIV, câncer e doenças infectocontagiosas. Após o cadastro, é feita a coleta de uma amostra de 5mL de sangue. Os dados pessoais são incluídos no REDOME e, quando houver um paciente com possível compatibilidade, o doador é consultado para efetivar a doação.

Por: Imprensa TJMSP

Mais de 5 milhões de pessoas estão cadastradas

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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