Como parte do cronograma preparatório para a Inspeção Ordinária Geral da Justiça Militar Estadual, foi realizada, na manhã desta sexta-feira (6/3), audiência pública destinada à apresentação de informações, críticas, reclamações e sugestões acerca dos serviços forenses e dos atos praticados nas unidades cartorárias.
A reunião, realizada em formato on-line, contou com a participação do Corregedor-Geral da Justiça Militar do Estado de São Paulo, Des. Mil. Ricardo Juhás Sanches; dos juízes de Direito José Álvaro Machado Marques, Marcos Fernando Theodoro Pinheiro, Lauro Ribeiro Escobar Júnior, Dalton Abranches Safi, Luiz Alberto Moro Cavalcante e Maria Elisa Terra Alves; dos juízes de Direito substitutos Gabriela Barchin Crema e Bruno Maciel dos Santos; da representante do Ministério Público, Giovana Ortolano Guerreiro Garcia; e do presidente da Comissão de Direito Militar da OAB/SP, Wanderley Alves dos Santos, além de servidores(as) da Corte.
Ao abrir a sessão, o Corregedor-Geral informou que as inspeções terão início já na próxima segunda-feira (9/3), pelo Cartório Cível. Segundo ele, as contribuições apresentadas durante a audiência serão consideradas no relatório final da Inspeção Ordinária Geral, reforçando o compromisso da instituição com a transparência e o aprimoramento contínuo da prestação jurisdicional.
Na sequência, foi franqueada a palavra aos representantes da OAB e do Ministério Público. Ambos apresentaram observações pontuais relacionadas à tramitação dos processos, especialmente quanto a aspectos técnicos, e destacaram o bom relacionamento institucional mantido com magistrados e servidores do Tribunal.
Durante a audiência, todos os magistrados presentes também tiveram a oportunidade de se manifestar, compartilhando suas percepções sobre os trabalhos desenvolvidos na Corte e reafirmando o compromisso com o aperfeiçoamento permanente das atividades jurisdicionais.
Ao encerrar a reunião, o Des. Mil. Ricardo Juhás Sanches reiterou sua disposição em manter um trabalho próximo e colaborativo com todos os atores do sistema de Justiça e manifestou satisfação ao constatar que o diálogo institucional ocorre tanto nas Auditorias Militares quanto no Tribunal. “Essa cooperação é fundamental para o aprimoramento da prestação jurisdicional, refletindo diretamente na celeridade e na eficiência dos processos que tramitam na Justiça Militar”, afirmou.
Por: Imprensa TJMSP





