A solenidade de posse do desembargador José Antonio Encinas Manfré como 50º presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), para o biênio 2026/2027, reuniu autoridades dos três Poderes e representantes de diversas instituições na sede do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, na capital paulista. O Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo (TJMSP) foi representado pelo Desembargador Militar Ricardo Juhás Sanches.

Manfré assume o comando da maior Corte Eleitoral do país às vésperas das Eleições Gerais de 2026, ao lado do vice-presidente e corregedor regional eleitoral, Roberto Maia Filho. À frente de um colégio eleitoral de aproximadamente 34 milhões de eleitores — cerca de 22% do eleitorado nacional — o novo presidente destacou a dimensão da responsabilidade institucional e defendeu uma gestão pautada pela eficiência e pela confiança pública.
“Governar o TRE com eficiência é um imperativo fundamental, alinhado aos padrões democráticos de transparência e lisura”, afirmou. Ao projetar o cenário das próximas eleições gerais, classificou o pleito de 2026 como desafiador, considerando que envolverá múltiplos cargos e seis votos por eleitor, além de exigir atenção redobrada à segurança cibernética e ao combate à desinformação. “O TRE-SP está se preparando para superar um cenário de grande complexidade”, declarou.
Além do novo presidente e do vice da Corte Eleitoral, compuseram a mesa de honra o ministro Paulo Sérgio Domingues, representando o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ); o vice-presidente do TJSP, Luis Francisco Aguilar Cortez; a juíza decana do TRE-SP, Maria Cláudia Bedotti; o governador do Estado, Tarcísio de Freitas; o prefeito da capital, Ricardo Nunes; o procurador Regional Eleitoral de São Paulo, Paulo Taubemblatt; o presidente da Comissão de Direito Eleitoral da OAB-SP, Ricardo Vita Porto; e o cardeal arcebispo metropolitano de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer.
A participação do TJMSP na cerimônia explicita seu compromisso com o fortalecimento do sistema de Justiça e com a harmonia e a cooperação entre os tribunais paulistas, especialmente em um momento estratégico para a democracia brasileira.
Por: Imprensa TJMSP






