Você está em: 

TJMSP adere ao Pacto Nacional do Judiciário pelos Direitos Humanos

Postada em |

quarta-feira, 31 de maio de 2023

O Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo (TJMSP) aderiu ao Pacto Nacional do Judiciário pelos Direitos Humanos celebrado entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (ENFAM).

Com isso, o TJMSP se soma aos demais signatários do Pacto para a conjugação de esforços para elaboração, desenvolvimento de conteúdo e realização de cursos e ações de capacitação de magistradas e magistrados sobre o tema Direitos Humanos, com ênfase no controle de convencionalidade (instrumento que afere se as leis e atos normativos ofendem ou não algum tratado internacional sobre Direitos Humanos).

O presidente do TJMSP, Orlando Eduardo Geraldi, salientou a honra pelo convite. “Aceitamos honrados o convite da Ministra Rosa Weber, presidente do STF e do CNJ, para sermos signatários do Pacto Nacional do Judiciário pelos Direitos Humanos. Reafirmamos, assim, nosso compromisso público com a proteção e promoção dos Direitos Humanos”, disse.

O PACTO

Voltado para a adoção de medidas variadas para a conscientização dos direitos humanos, o Pacto Nacional do Judiciário pelos Direitos Humanos constitui novo esforço do CNJ, por meio de sua Unidade de Monitoramento e Fiscalização das Decisões da Corte Interamericana de Direitos Humanos (UMF/CNJ), para fortalecer a cultura dos direitos humanos no âmbito do Poder Judiciário.

A iniciativa se inspira na Recomendação CNJ nº 123/2022, que recomenda aos órgãos do Judiciário a observância dos tratados internacionais de direitos humanos e o uso da jurisprudência da Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH), bem como a necessidade de controle de convencionalidade.

A UMF/CNJ mantém diálogo institucional com o Sistema Interamericano de Proteção dos Direitos Humanos (SIDH), visando a contribuir para a plena implementação das decisões do sistema interamericano, bem como para o fortalecimento de uma cultura jurídica orientada para proteção dos direitos humanos, conforme os termos de cooperação já firmados com a Corte IDH e com a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH).

A execução das ações do Pacto Nacional do Judiciário pelos Direitos Humanos pode ser acompanhada por intermédio do Painel de Projetos Institucionais do CNJ, ferramenta gerida pelo Escritório Corporativo de Projetos Institucionais.

Entre as ações iniciais decorrentes do Pacto, destacam-se: o fomento a programas de capacitação em Direitos Humanos e controle de convencionalidade em todas as esferas federativas; a publicação e divulgação dos “Cadernos de Jurisprudência do STF: Concretizando Direitos Humanos”; a realização de um seminário internacional sob o tema “Direitos Humanos e Diálogos Jurisdicionais: Controle de Convencionalidade”; a realização de Concursos Nacionais de Decisões Judiciais e Acórdãos em Direitos Humanos; e a meta de inclusão da disciplina de Direitos Humanos nos editais dos concursos públicos para ingresso na carreira de magistratura em todas as esferas do Poder Judiciário Nacional.

Para saber mais, acesse o folder disponibilizado pelo CNJ.

Por: Imprensa TJMSP, com Informações da Agência CNJ Notícias

Notícias relacionadas:

Na parte superior direita, em azul e fonte pixelada, o texto: e-MILIA - Assistente virtual do TJMSP. Desenho de animação de mulher parda com cabelos escuros cacheados até a altura dos ombros, com divisão lateral à frente. Ela dá um sorriso leve. Usa blazer azul e camiseta branca abaixo. Atrás, ao fundo, está um plenário com as cadeiras vazias, onde se veem uma mesa comprida, microfones à frente das cadeiras, e duas mesas menores mais à frente, uma de cada lado, também com cadeira e microfone em cada uma. Na parede branca ao fundo, há uma balança dourada pendurada.

Conheça a e-MILIA: assistente virtual do TJMSP aproxima a sociedade da Justiça Militar com linguagem simples

Postada em |
Ilustração em estilo gráfico sobre fundo roxo, composta por diversos balões de fala distribuídos pelo espaço. Alguns balões aparecem em branco e outros apenas como sombra em azul escuro, criando um padrão visual repetido. Sobre cada balão de fala há pequenas figuras humanas estilizadas, representando pessoas em diferentes situações de comunicação e expressão. Entre elas, aparecem personagens segurando placas de protesto, falando ao celular, conversando em dupla, registrando algo com o telefone e fazendo gestos de manifestação, como levantar cartazes ou bandeiras. As figuras representam diversidade de gênero e aparência, incluindo homens e mulheres em diferentes roupas e posições. Em um dos balões, há também a figura de um policial uniformizado. A composição sugere múltiplas vozes e opiniões circulando no espaço público, simbolizando debate, manifestação de ideias, participação social e comunicação entre pessoas.

Rede de atendimento oferece serviços de acolhimento, orientação e proteção a mulheres em situação de vítimas de violência doméstica e familiar

Oito homens formalmente vestidos posam lado a lado para a foto

Futuro da magistratura e confiança pública pautam encontro nacional no STF  

Postada em |
Categoria: Sem categoria

Noticias