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Coordenadoria da Justiça Militar, da AMB, fala sobre ações para gestão 2020/2022

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Em reunião na tarde desta terça-feira (25), a Coordenadoria da Justiça Militar debateu sobre as ações e eventos na gestão de 2020/2022. O teletrabalho realizado nos Tribunais Militares durante a pandemia de Covid-19 também foi tema da reunião. O encontro contou com a presença da presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros, Renata Gil.

O coordenador da Justiça Militar da AMB e vice-presidente do Tribunal de Justiça Militar de São Paulo, Paulo Adib Casseb, avaliou que os trabalhos dos TJMs, realizados por videoconferência, têm ocorrido normalmente. “Os trabalhos têm sido feitos de forma bastante eficiente. Atendem adequadamente o jurisdicionado e permitem que durante a pandemia os trabalhos da Justiça Militar se desenvolvam com regularidade e celeridade”, ponderou o magistrado.

Os reflexos da pandemia no trabalho e na saúde de magistrados e servidores também foi tema da reunião. Um levantamento nesta segunda-feira (24), pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), mostrou o aumento de casos de depressão e ansiedade por causa do isolamento social.

Com informações da Comunicação da AMB

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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