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TJMSP participa do Encontro dos Ouvidores do Poder Judiciário

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sexta-feira, 22 de novembro de 2024

O desembargador militar Orlando Eduardo Geraldi, ouvidor do Tribunal de Justiça Militar de São Paulo – TJMSP, participou do XI Encontro Nacional dos Ouvidores do Poder Judiciário.

Promovido pelo Colégio Nacional de Ouvidores Judiciais – COJUD, o evento foi realizado em Maceió, Alagoas, entre os dias 20 e 22 de novembro. O encontro teve como objetivo a promoção do compartilhamento de boas práticas adotadas pelas ouvidorias participantes para melhorar a relação entre o Judiciário e sociedade.

Mesa do XI Encontro Nacional dos Ouvidores do Poder Judiciário, com uma intérprete de Libras ao lado

A abertura do evento foi feita pelo presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas, desembargador Fernando Tourinho, que destacou a importância das ouvidorias judiciais. “A ouvidoria cresceu muito dentro do Judiciário. Ela é, na verdade, a caixa de entrada dos problemas que nós temos, para tentar melhorar os serviços que nós estamos prestando”, afirmou.

Cojud

Criado em março de 2015, o Colégio Nacional de Ouvidores Judiciais realiza os Encontros Nacionais com a finalidade de divulgar as boas práticas dos tribunais em todo o país e debater propostas para a melhoria da prestação dos serviços das ouvidorias locais.

A principal missão do Colégio de Ouvidores é buscar a perfeição do serviço da ouvidoria e do Poder Judiciário como um todo. É auxiliar a Justiça na escuta da população.

Por: Imprensa TJMSP

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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