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Banco de Sentenças da Justiça Militar é finalista do 2º Prêmio de Inovação do Poder Judiciário

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Categoria: Inovação

Instituído pela Resolução CNJ nº 395/2021, o Prêmio de Inovação do Poder Judiciário reconhece e valoriza soluções que enfrentam desafios da Justiça brasileira com criatividade, eficiência e impacto social. A premiação contempla tanto ideias inovadoras quanto iniciativas já implementadas com resultados comprovados, em três subcategorias:

  • Gestão Judicial Inovadora
  • Tecnologia Judicial Inovadora
  • Serviços Judiciários Inovadores para os Usuários

O Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo é finalista na categoria Tecnologia Judicial Inovadora, com o projeto Banco de Sentenças da Justiça Militar, desenvolvido conjuntamente pelos Tribunais de Justiça Militar de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, e pelo Superior Tribunal Militar.

A plataforma pública e gratuita reúne e organiza, com uso de inteligência artificial, sentenças de primeira instância das justiças militares estaduais e da Justiça Militar da União, permitindo pesquisas por tribunal, auditoria, classe processual, assunto, data de juntada e artigos do Código Penal Militar. A iniciativa promove transparência, segurança jurídica e padronização de decisões, atendendo magistrados(as), membros do Ministério Público, defensores(as), estudiosos(as) do Direito Militar e oficiais responsáveis por inquéritos e processos disciplinares.

Os projetos finalistas serão apresentados no FestLabs 2025 – Encontro Nacional de Laboratórios de Inovação do Judiciário, de 3 a 5 de setembro, ocasião em que serão anunciados os vencedores.

Lista oficial de finalistas do 2º Prêmio de Inovação do Poder Judiciário (Fonte: CNJ)

Por: Imprensa TJMSP

 

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Categoria: Sem categoria
A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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