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Tribunal de Justiça empossa 3 novos desembargadores

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O presidente do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo, Clovis Santinon, compareceu na tarde desta quinta-feira, 12/03, ao Tribunal de Justiça de São Paulo onde foi realizada a posse solene dos novos desembargadores Ana Lucia Romanhole Martucci, Gilson Delgado Miranda e Juscelino Batista.

Outras autoridades civis e militares, além de convidados e familiares também prestigiaram o evento no Salão do Júri do Palácio da Justiça, sede da Corte. A solenidade foi presidida pelo presidente do TJSP, desembargador Geraldo Francisco Pinheiro Franco.

Trajetórias

Ana Lucia Romanhole Martucci – Nascida em 1964, é natural de São João da Boa Vista (SP). Bacharelou-se em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), turma de 1986. Ingressou na Magistratura em 1989, nomeada juíza substituta da 4ª Circunscrição Judiciária, com sede em Osasco. Nos anos seguintes judicou nas comarcas de Guariba e São Roque. Em 1992 foi promovida para o cargo de juíza auxiliar da Capital. Em 2005 assumiu a 13ª Vara Cível Central e dois anos depois a 1ª Vara Cível do Foro Regional X – Ipiranga, onde permaneceu até 2013, quando foi removida para o cargo de juíza substituta em 2º grau. Possui especialização em Direito Civil pela Universidade de São Paulo. Assume a vaga decorrente da aposentadoria do desembargador Valdecir José do Nascimento.

Gilson Delgado Miranda – Nasceu em 1965 na cidade de São Paulo. É bacharel em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, turma de 1988, e mestre desde 1998 e doutor desde 2005 pela mesma universidade. Integra o Tribunal de Justiça de São Paulo desde 1981, quando era menor colaborador eventual no Gabinete da Corregedoria Geral da Justiça. Posteriormente se tornou escrevente e em 1990 ingressou na Magistratura, nomeado para a 13ª Circunscrição Judiciária, com sede em Araraquara. Em sua carreira passou também pelas comarcas de Piratininga, Avaré e São Paulo. Na Capital, foi juiz auxiliar (a partir de 1992) e titular da 25ª Vara Cível Central de 2005 a 2012, quando assumiu o posto de juiz substituto em 2º grau. Na Escola Paulista da Magistratura (EPM) e na Escola Judicial dos Servidores (EJUS) proferiu diversas palestras e aulas e coordenou cursos. Integrou o Conselho Consultivo e de Programas – Juiz de Entrância Final da EPM no biênio 2018/2019. Ocupa a vaga deixada pela aposentadoria do desembargador Hamid Charaf Bdine Júnior.

Juscelino Batista – Nasceu na cidade de Muzambinho (MG) em 1955. Graduou-se em Direito pela Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo em 1980. Atuou desde cedo no Tribunal, entre 1969 e 1978, ocupando progressivamente as posições de auxiliar de administração, estagiário, escrevente e oficial de Justiça. Por mais de sete anos integrou a Justiça Federal, como oficial de Justiça avaliador e diretor de Secretaria da 11ª Vara Federal. Ingressou na Magistratura em 1986 e foi nomeado para a 1ª Circunscrição Judiciária, com sede em Santos. Nos anos seguintes judicou nas comarcas de Paulo de Faria, Taboão da Serra e Limeira. Em 2005 foi promovido para a Vara da Infância e Juventude do Foro Regional XI – Pinheiros. Promovido por merecimento à vaga decorrente da aposentadoria do desembargador Carlos Alberto Mousinho dos Santos Monteiro Violante.

IMPRENSA TJMSP

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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