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Category: Direitos Humanos

Usando um paletó e uma calça lilás, com camiseta branca por baixo, e-MILIA - uma mulher parda de cabelos cacheados castanhos, na altura do pescoço, está parada em frente a uma mãe abraçada aos dois filhos, com os três sentados em um sofá. À esquerda superior, há um selo lilás com o texto APROXIMAÇÃO PROIBIDA - MEDIDA PROTETIVA.

Medidas protetivas e prevenção ao feminicídio são tema de novo vídeo da e-MILIA, assistente virtual do TJMSP

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Participantes reunidos em sala de reunião do COPOM, com a presença do Desembargador Militar Adriano Baptista Assis à esquerda do grupo. Há servidoras, majoritariamente, alguns servidores, estagiárias, colaboradoras do MPSP e da APMTJMSP, com cerca de 40 pessoas na visita

Visita à Cabine Lilás aproxima TJMSP de iniciativa estratégica no enfrentamento à violência contra a mulher

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Na Praça da Sé, com as tendas do mutirão, participantes e a Catedral da Sé ao fundo, José Mario de Castro Bello está com um colete azul de anjo do Pop Rua Jud, ao lado do Juiz de Direito José Marcos Theodoro Pinheiro e de uma sinalização do evento em tecido. O dia está ensolarado e o sol está azul.

Com participação do TJMSP, mutirão Pop Rua Jud Sampa 2026 ocorre na Praça da Sé

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Mesa da Corte Interamericana de Direitos Humanos, com bandeiras Argentina, Barbados, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Suriname, Uruguai e Venezuela na parte de trás. A mesa é de madeira escura avermelhada, e possui cadeiras pretas vazias atrás como assentos de cada país, com papéis e um microfone à frente de cada uma.

Estatuto da Magistratura Brasileira Interamericana fortalece atuação do Judiciário em direitos humanos

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

Da denúncia à sentença: como o Judiciário atua na proteção de mulheres em situação de violência doméstica

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