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Encontro do Judiciário: última reunião preparatória ocorre em 25 e 26 de agosto

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realiza, nos dias 25 e 26 de agosto, a 2ª Reunião Preparatória para o XIV Encontro Nacional do Poder Judiciário. O encontro será realizado em ambiente virtual. Na última prévia antes do Encontro, representantes dos tribunais brasileiros vão consolidar e propor as Metas Nacionais do Poder Judiciário para 2021. Anualmente, as metas nacionais são avaliadas e aprovadas no Encontro Nacional do Poder Judiciário.

O Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo também vai participar deste Encontro.

Além de discussões sobre quais metas de desempenho deverão ser propostas a cada um dos segmentos da Justiça – Estadual, Federal, Trabalho, Eleitoral e Militar – para o próximo ano, a programação da 2ª Reunião Preparatória também prevê a divulgação do Relatório Justiça em Números 2020 (ano-base 2019). O anuário estatístico do Poder Judiciário fornece uma visão panorâmica e detalhada do funcionamento da Justiça no ano anterior. Dos 91 tribunais do país, 90 terão reveladas suas estatísticas relativas à força de trabalho, às despesas e à movimentação processual, entre outros dados. A exceção é o Supremo Tribunal Federal, que tem relatório estatístico próprio.

De acordo com a programação preliminar, serão apresentados os resultados parciais das metas nacionais em cumprimento em 2020 e as diretrizes do Grupo de Trabalho para atendimento às metas em virtude da pandemia da Covid-19. Também está previsto o lançamento de duas ferramentas eletrônicas de gestão para aprimorar o trabalho de juízes: o Sistema de Busca de Ativos do Poder Judiciário (SISBAJUD) e os módulos de automação das execuções fiscais.

Com Informações da Agência CNJ de Notícias

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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