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TJMSP prestigia sessão da Justiça Militar do Rio Grande do Sul

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O juiz Silvio Hiroshi Oyama, do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo, participou nesta quarta-feira, 10/03, da última sessão de julgamento do TJMRS com a participação do desembargador militar Antonio Carlos Maciel Rodrigues.

Com 75 anos de idade, se aposentou após 27 anos de atuação na Justiça Militar gaúcha.

A solenidade foi realizada por videoconferência e reuniu autoridades do Judiciário, Ministério Público, Advocacia e associações.

O presidente do Tribunal, desembargador Fábio Duarte Fernandes agradeceu toda a dedicação do desembargador Maciel e elogiou a atuação do magistrado. “Receba em meu nome, dos magistrados, dos servidores, terceirizados e estagiários, o nosso fraterno abraço e reconhecimento de sempre”, finalizou o presidente.

O juiz Silvio Hiroshi Oyama fez uma saudação ao coronel Maciel e lembrou da dedicação do magistrado e a entrega à Brigada Militar e à Justiça Militar. “Hoje nós temos a satisfação de estar aqui, sabemos que para o coronel Maciel é uma data importante, difícil talvez, e esse momento me faz lembrar uma canção que me veio à mente quando fui assumir como magistrado no Tribunal em São Paulo que reflete essa mudança. – Tem gente que vem e quer voltar, tem gente que vai e quer ficar, tem gente que veio só olhar”, disse o Dr Silvio citando a música do Milton Nascimento para homenagear e desejar boa sorte ao decano do Tribunal de Justiça Militar do Rio Grande do Sul.

Emocionado, o desembargador militar Antonio Carlos Maciel Rodrigues agradeceu as presenças. “Não me sinto em condições de fazer um agradecimento como todos merecem, mas agradeço a cada um de vocês e à minha família e amigos, sei que tudo o que tinha que fazer eu fiz, acertei e errei mas sempre com a melhor da intenções”, concluiu.

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Categoria: Integridade
A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

Da denúncia à sentença: como o Judiciário atua na proteção de mulheres em situação de violência doméstica

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