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O presidente do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo, juiz Clovis Santinon e o corregedor-geral da Justiça Militar estadual, juiz Avivaldi Nogueira Junior receberam nesta terça-feira, 04/05, uma comitiva formada por professores e autoridades civis e militares.

Os juízes de Direito, Ronaldo João Roth e Marcos Fernando Theodoro Pinheiro, acompanhados do diretor do Presídio Militar Romão Gomes, tenente coronel Marcelo Sançana; do ouvidor das Polícias, Dr Elizeu Soares Lopes; do desembargador do TJSP, Ronaldo Moreira; do Major Godoy (FUNAP); da Reitora da Faculdade de Direito de Santo André, FADISA, Dra Arleide Braga; da Dra Karina Braga, diretora pedagógica da FADISA; professor Rogério Zanelato; Victor Grampa; Cel Carlos Pires; major Cossini (PMRG) e 1ª ten. Gabriela (PMRG), foram recebidos na presidência da Corte castrense, região central da capital.

Na reunião, falaram de assuntos institucionais e projetos ligados à Educação dentro do Presídio Militar Romão Gomes.

Em iniciativa inédita, com o nome de “Faculdade do Cárcere”, os internos do PMRG poderão fazer o Curso Superior de Recursos Humanos em EAD em parceria com a Faculdade de Direito de Santo André, FADISA.

Elizeu Soares Lopes, Marcelo Sançana, Ronaldo João Roth, Arleide Braga, Ronaldo Moreira, Clovis Santinon, Avivaldi Nogueira Junior, Karina Braga e Marcos Fernando Theodoro Pinheiro
Marcos Fernando Theodoro Pinheiro, Arleide Braga, Ronaldo João Roth, Clovis Santinon, Avivaldi Nogueira Junior e Ronaldo Moreira
Reitora Arleide Braga e ouvidor das Polícias Elizeu Soares com banner do Projeto
Aula inaugural com o ministro do STF, Luis Roberto Barroso

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Categoria: Integridade
A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

Da denúncia à sentença: como o Judiciário atua na proteção de mulheres em situação de violência doméstica

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