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I Simpósio Direito Militar na Caserna e na Sociedade

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O presidente do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo, Clovis Santinon participou nesta segunda-feira, 19/10, da abertura do “I Simpósio Direito Militar na Caserna e na Sociedade”.

O evento acontece até o próximo dia 22, das 13h às 17h20, no modo presencial, on line e itinerante, na cidade do Rio de Janeiro. 

As palestras serão no Centro de Instrução Almirante Sylvio de Camargo (18), na Ilha do Governador; no Forte de Copacabana (19); na Diretoria de Saúde da Aeronáutica (20); no Centro Integrado de Comando e Controle da PMRJ (21); e na Universidade Estácio de Sá (22).

O principal objetivo é divulgar a Justiça Militar da União e o Direito Militar. A coordenação do Simpósio é da juíza federal da JMU Mariana Aquino e da analista judiciária Margarete Rocha. 

Na abertura, palestra do presidente do Superior Tribunal Militar (STM), ministro Luis Carlos Gomes Mattos.

No dia 21, às 13h50, o juiz de Direito da 1ª Auditoria Militar do TJMSP, Ronaldo João Roth fará a palestra com o tema: Lei 13.491/19; a ampliação dos crimes militares e seu impacto na Justiça Militar Estadual.

Painel de palestrantes do dia 21/10
Ronaldo João Roth

IMPRENSA TJMSP

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Categoria: Integridade
A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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