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Presidente do TJMSP é recebido no TJSP

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quinta-feira, 20/1/2022 

O presidente do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo, Orlando Eduardo Geraldi, foi recebido, nesta quinta-feira (20/1), pelo corregedor-geral do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, desembargador Fernando Antonio Torres Garcia, no histórico prédio do Palácio da Justiça.

O presidente da Corte castrense tratou de temas institucionais entre os Tribunais e entregou o livro “Fragmentos Históricos da Justiça Militar Paulista” ao desembargador.

Na sequência dos trabalhos, visitou o gabinete do presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Ricardo Mair Anafe, acompanhado do corregedor e dos desembargadores Francisco José Galvão Bruno (presidente da seção de Direito Criminal) e Rubens Rihl Pires Corrêa (Coordenador de Assuntos de Informática).

O presidente do TJMSP recebeu do desembargador Ricardo Anafe o livro comemorativo aos 145 anos do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

Após o encontro, o presidente do TJMSP e os desembargadores do TJSP participaram de um almoço na sede da Associação Paulista de Magistrados – APAMAGIS.

Por: Imprensa TJMSP 

Francisco José Galvão Bruno, Orlando Eduardo Geraldi, Fernando Antonio Torres Garcia e Ricardo Mair Anafe
Livro comemorativo aos 145 anos do TJSP
Presidente do TJMSP entrega o livro “Fragmentos Históricos da Justiça Militar Paulista” ao corregedor-geral do TJSP

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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