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Conselheiro do CNJ visita Justiça Militar Estadual de São Paulo

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quinta-feira, 6 de outubro de 2022

O Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo (TJMSP) recebeu nesta quinta-feira, 6/10, a visita de cortesia do conselheiro João Paulo Schoucair, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ele foi conduzido para seu primeiro mandato no CNJ em junho, indicado pela Procuradoria-Geral da República para ocupar vaga destinada ao Ministério Público, e é membro da Comissão Permanente de Aperfeiçoamento das Justiças Militares.

João Paulo Schoucair foi recepcionado pelo presidente do TJMSP, Orlando Eduardo Geraldi, e pelos juízes do Tribunal Avivaldi Nogueira Junior, Fernando Pereira, Silvio Hiroshi Oyama e Enio Luiz Rosseto, além do procurador de Justiça junto à Justiça Militar do Estado de São Paulo, Luiz Antonio Castro de Miranda.

As autoridades trataram de assuntos afetos ao Poder Judiciário e à Justiça Militar Estadual e, ao final da visita, o presidente do TJMSP presenteou o conselheiro com o emblema da Justiça Militar do Estado de São Paulo e um exemplar do livro “Fragmentos Históricos da Justiça Militar Paulista”.

Por: Imprensa TJMSP

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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