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Presidente do TJMSP é entrevistado no Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes

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segunda-feira, 22 de julho de 2024

Na manhã do último sábado (19/7), o presidente do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo (TJMSP), desembargador militar Enio Luiz Rossetto, concedeu uma entrevista ao Jornal Gente da Rádio Bandeirantes.

Entrevistado pelo jornalista Pedro Campos, Rossetto abordou temas fundamentais sobre a estrutura, função, competências e atuação desta justiça especializada. “Nós temos dois grandes segmentos de Justiça Militar no Brasil: Justiça Militar da União, que julga os militares das Forças Armadas e também os civis, e temos também a Justiça Militar Estadual – todo estado tem essa justiça estruturada por conta das polícias militares. Nós tivemos uma modificação recente na nossa legislação que estabeleceu que quem julga o militar que comete crime contra civil é o juiz togado, não é o Conselho de Justiça. O Conselho é formado por um juiz civil e quatro militares, na 1ª Instância. Então essa ideia de que um TJM poderia oferecer uma proteção maior aos militares está equivocada”, pontuou o desembargador militar.

Assista abaixo à entrevista completa:

https://youtube.com/watch?v=h-N9sieeSWg%3Ffeature%3Doembed%26loop%3D1%26playlist%3Dh-N9sieeSWg

Por: Imprensa TJMSP

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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