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Presidente do TJMSP visita Navio Escola “Brasil” a convite da Marinha

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segunda-feira, 29 de julho de 2024

Na noite da última sexta-feira, 26 /7, o presidente do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo (TJMSP), desembargador militar Enio Luiz Rossetto, participou de recepção a bordo do Navio Escola “Brasil”. A visita foi feita a convite do Comandante do 8º Distrito Naval, Vice-Almirante Marco Antonio Ismael Trovão de Oliveira, e contou com a presença de outras autoridades. 

Vista externa do Navio Escola “Brasil” atracado no Porto de Santos
Vista externa do Navio Escola “Brasil” atracado no Porto de Santos

Construído em 1986 pelo Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, o Navio Escola “Brasil” foi projetado pela Diretoria de Engenharia Naval com recursos instrucionais avançados. A embarcação é utilizada para consolidar os conhecimentos adquiridos pelos cadetes durante o curso na Escola Naval, oferecendo um ambiente prático que possibilita aspirantes a oficiais a aprofundarem seus estudos em navegações de cerca de 4 meses ao redor da América e Europa. Durante as viagens, são ministradas aulas de navegação, meteorologia, marinharia, operações navais, controle de avarias e administração naval; ao final da expedição, os guardas-marinha são declarados 2º Tenentes.

Desembargador militar Enio Luiz Rossetto conhece as instalações da embarcação
Desembargador militar Enio Luiz Rossetto conhece as instalações da embarcação

A chegada do Navio Escola “Brasil” ao Porto de Santos ocorreu na manhã da mesma data (26/7), junto ao Navio-Aeródromo Multipropósito Atlântico (NAM). As embarcações ficaram abertas para visitação do público no último domingo (28/7).

Por: Imprensa TJMSP

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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