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Com maior média histórica, TJMSP alcança 95,09% de resultado no Ranking da Transparência 2024

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quinta-feira, 22 de agosto de 2024

Nesta quarta-feira (21/8), durante a 2ª Reunião Preparatória para o 18º Encontro Nacional do Poder Judiciário, o Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo (TJMSP) alcançou a maior média já registrada em sua história no Ranking da Transparência, com uma pontuação de 95,09%. 

Na ocasião, também foi aberta Consulta sobre os critérios do Prêmio CNJ de Qualidade 2025, contribuindo com a construção participativa dos critérios de avaliação e ampliando o tempo de planejamento das ações dos tribunais. O evento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contou com a presença do presidente desta Corte, desembargador militar Enio Luiz Rossetto; o gestor das metas, desembargador militar Clovis Santinon; e o Coordenador de Gestão Participativa, Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Hildemar Faria Vasiliauskas. 

Em sua 7ª edição, o Ranking avalia a qualidade das informações disponibilizadas pelos órgãos da Justiça para a sociedade, estimulando a comunicação mais clara, transparente e padronizada com cidadãos(ãs). Entre os 86 itens analisados, estão a disponibilidade dos números de telefones de unidades, horários de atendimento, serviço de registro de denúncias e reclamações, as prestações de contas do ano anterior e os recursos de acessibilidade utilizados no site e outros canais.

O TJMSP expressa seu profundo agradecimento a todos(as) os(as) servidores(as), magistrados(as) e parceiros(as) institucionais que, com dedicação e empenho, contribuíram para alcançar esse marco histórico. O resultado reafirma o compromisso desta Corte com a transparência e a responsabilidade na administração pública.

Por: Imprensa TJMSP

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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