Você está em: 

Tribunais de Justiça Militar iniciam implantação de protocolo para cálculo da emissão de Gases de Efeito Estufa

Postada em |
Categoria: Sustentabilidade

sexta-feira, 11 de outubro de 2024

O início dos testes para implantação de uma ferramenta para calcular as emissões de gases de efeito estufa nos Tribunais de Justiça Militar estaduais (TJMMG, TJMRS e TJMSP) e o Superior Tribunal Militar (STM) foi o principal resultado do 1º Encontro dos Comitês/Comissões Ambientais e de Sustentabilidade dos Tribunais Militares Brasileiros, realizado de forma virtual no início do mês.

Foi decidido, em comum acordo pelos participantes, a adoção do GHG Protocol, que engloba métodos e diretrizes globais padronizadas, para medir e gerenciar as emissões de Gases de Efeito Estufa, cadeias de valor e ações de mitigação. A iniciativa faz parte do “Marco Verde”, projeto colaborativo entre os TJMs criado para o atendimento da Meta Nacional 9 do Conselho Nacional de Justiça – CNJ.

A adoção do protocolo de forma simultânea proporciona um caráter de inovação nos processos de trabalho, sinergia entre os órgãos e padronização da solução utilizada, entregando economia de recursos humanos e financeiros, além de possibilitar comparações e compilações futuras sobre o protocolo.

O projeto também está alinhando ao atendimento à Resolução CNJ nº 400/2021 que institui a política de sustentabilidade no âmbito do Poder Judiciário. Em seu artigo 24, a norma determina que todos os órgãos do Poder Judiciário devem implementar plano de compensação ambiental até o ano 2030 (Agenda 2030 – ONU), a fim de reduzir, permanentemente, a emissão de gases de efeito estufa, resultante de seu funcionamento.

Por: Imprensa TJMSP

Notícias relacionadas:

Grupo composto por homens e mulheres formalmente vestidos postados lado a lado em cerimônia oficial

Ouvidorias judiciais em pauta: TJMSP participa de encontro nacional em Mato Grosso

Postada em |
Categoria: Sem categoria
A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

Da denúncia à sentença: como o Judiciário atua na proteção de mulheres em situação de violência doméstica

Auditório com pessoas sentadas de costas e ao fundo uma mesa com palestrantes

Representatividade no Judiciário avança e mobiliza magistratura em evento no CNJ

Noticias