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Servidores do TJMSP participam de visita guiada ao Museu do Ipiranga como parte da Semana do Servidor

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Categoria: Servidores(as)

Dando continuidade às atividades da Semana do Servidor, no dia 22 de outubro, servidores do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo participaram de uma visita guiada ao Museu do Ipiranga, desfrutando de um mergulho na história e cultura de São Paulo. O evento foi marcado por momentos de aprendizado e lazer, em um ambiente culturalmente rico e acolhedor.

Fachada do Museu do Ipiranga
Fachada do Museu do Ipiranga

Durante o passeio, os participantes puderam conhecer de perto o valioso acervo do museu, que abriga peças históricas de grande relevância. Entre as obras apreciadas, destaca-se o famoso quadro “O Grito do Ipiranga”, de Pedro Américo, que complementa a narrativa visual sobre a independência do Brasil. A visita guiada proporcionou uma visão aprofundada sobre marcos importantes da história nacional e paulista.

Além de enriquecer culturalmente, a ocasião também promoveu a integração entre os servidores, oferecendo um dia de troca de ideias e convivência em um cenário fora do ambiente de trabalho. 

Por: Imprensa TJMSP

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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