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Presidente do TJMSP assina Pacto Nacional pela Sustentabilidade no Poder Judiciário

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Categoria: Sustentabilidade

Como o Poder Judiciário pode contribuir com o equilíbrio entre o uso dos recursos naturais e o respeito às necessidades das futuras gerações? Essa questão guiou a 1ª Conferência Internacional para a Sustentabilidade do Poder Judiciário, realizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em Brasília, onde o Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo (TJMSP) esteve presente com o presidente, desembargador militar Enio Luiz Rossetto, e o servidor Luigi Ricardo Loprete, que representou a Seção Socioambiental e de Acessibilidade desta Corte. 

Na ocasião, o presidente desta Corte assinou o Pacto Nacional pela Sustentabilidade no Poder Judiciário, iniciativa que visa implementar políticas sustentáveis em todos os 91 tribunais brasileiros. Em paralelo, o lançamento da campanha “Sustentabilidade. O futuro a gente faz agora” visa a incentivar que o Judiciário atue de forma consciente, pela perspectiva ambiental e social, integrando elementos da agenda ESG (Ambiental, Social e Governança) às suas operações.

Ao longo dos dois dias de conferência, temas como eficiência energética, redução de consumo de recursos naturais e inclusão social foram debatidos em palestras, painéis e uma audiência pública com representantes de setores privados e públicos. O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Ministro Herman Benjamin, e o Ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do CNJ, participaram das discussões, trazendo reflexões sobre a importância de uma governança judiciária moderna, responsável e socialmente consciente.

Marco Verde

A Resolução 400 do CNJ, que institui a Política de Sustentabilidade no Poder Judiciário, foi amplamente discutida no evento. Ela incentiva práticas como a adoção de energia renovável, gestão de resíduos e redução do uso de papel, medidas que já têm resultados expressivos: entre 2015 e 2020, o consumo de papel nos tribunais brasileiros diminuiu cerca de 40%, enquanto outras diversas ações têm contribuído para a redução de despesas e emissões de carbono. Esse propósito está alinhado com o projeto Marco Verde, idealizado de forma conjunta pelos Tribunais de Justiça Militar Estaduais (TJMMG, TJMRS e TJMSP) e pelo Superior Tribunal Militar (STM). O objetivo é implantar uma ferramenta para calcular as emissões de gases de efeito estufa nessas instituições, atendendo à Meta Nacional 9 do CNJ.

O presidente Rossetto enfatizou a relevância do evento, destacando que a sustentabilidade não é apenas uma questão ambiental, mas também um compromisso com a eficiência e a justiça social. “O fortalecimento da governança ambiental e social no Judiciário é parte do papel ético de uma instituição que se preocupa com o futuro”, pontuou o desembargador militar.

Por: Imprensa TJMSP

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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