Você está em: 

TJMSP lamenta a morte da procuradora-geral do Município de São Paulo, Marina Magro

Postada em |
Categoria: Nota de pesar

É com profundo pesar que os magistrados e servidores do Tribunal de Justiça Militar de São Paulo receberam a notícia do falecimento da procuradora geral do município de São Paulo, Marina Magro Beringhs Martinez, nesta terça-feira, 5/11.

Durante sua carreira, Marina dedicou-se incansavelmente à defesa dos interesses públicos, atuando com competência, integridade e um compromisso inabalável com a justiça. Sua liderança e exemplo deixam um legado valioso para o município e para todos aqueles que tiveram o privilégio de trabalhar ao seu lado.

Manifestamos nossa solidariedade e sentimentos aos familiares, amigos e colegas de Marina neste momento de dor e despedida. Que sua memória inspire todos nós a seguir com o mesmo senso de responsabilidade e dedicação que ela sempre demonstrou.

Marina Magri assumiu o cargo de Procuradora-Geral do Município de São Paulo em setembro de 2019. Era formada pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, com especialização em Processo Civil pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Por: Imprensa TJMSP

Notícias relacionadas:

Grupo composto por homens e mulheres formalmente vestidos postados lado a lado em cerimônia oficial

Ouvidorias judiciais em pauta: TJMSP participa de encontro nacional em Mato Grosso

Postada em |
Categoria: Sem categoria
A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

Da denúncia à sentença: como o Judiciário atua na proteção de mulheres em situação de violência doméstica

Auditório com pessoas sentadas de costas e ao fundo uma mesa com palestrantes

Representatividade no Judiciário avança e mobiliza magistratura em evento no CNJ

Noticias