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Presidente do TJMSP participa da abertura do VIII Enaje

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segunda-feira, 18 de novembro de 2024

O presidente do Tribunal de Justiça Militar de São Paulo – TJMSP, Desembargador Militar Enio Luiz Rossetto, participou na noite de quinta-feira, 14, da abertura do VIII Encontro Nacional dos Juízes Estaduais – ENAJE realizado no auditório Simón Bolívar, no Memorial da América Latina, em São Paulo.

O evento, promovido pela Associação dos Magistrados Brasileiros – AMB em parceria com a Associação Paulista de Magistrados – Apamagis, abordou os desafios da Magistratura no Brasil e no mundo no contexto das democracias contemporâneas, debatendo questões como a independência da magistratura, as tecnologias digitais, a importância da sustentabilidade e do meio ambiente, e o fortalecimento do Estado democrático de direito.

Com três dias de duração, o 8° Enaje teve a participação recorde de 1.200 magistrados e mais de 10 palestras. A palavras de abertura foram proferidas pelo presidente do Supremo Tribunal Federal – STF e presidente do Conselho Nacional de Justiça – CNJ, ministro Luís Roberto Barroso.

Por Imprensa TJMSP

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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