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Imersão tecnológica: Arquipélago de Inovação desenha o futuro da Justiça Digital

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Categoria: Inovação

Como será o Judiciário em uma década? Que tecnologias transformarão o acesso à Justiça? Essas foram algumas das perguntas que guiaram o Arquipélago da Inovação, evento promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) no dia 2/12. Realizado no Bioparque Pantanal, em Campo Grande (MS), o encontro reuniu cerca de 150 especialistas em tecnologia da informação de tribunais de todo o país.

Dividido em quatro “ilhas do conhecimento”, o evento trouxe soluções tecnológicas criadas pelo programa Justiça 4.0. Entre elas, o Portal de Serviços do Poder Judiciário, que centralizará informações e serviços de todos os tribunais, e a plataforma Codex, para gestão e análise de dados judiciais. Outro destaque foi a PDPJ-Br Conecta, que fomenta redes de colaboração para inovação nos tribunais, e o Desenvolvimento de Soluções e Visão de Futuro, espaço voltado à cocriação de novas ferramentas tecnológicas.

Presidente Luís Roberto Barroso ouve participante em Arquipélago da Inovação

O evento contou com a presença de ministros como Luís Roberto Barroso, presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal, e Luiz Edson Fachin, vice-presidente do STF. Para Barroso, as inovações apresentadas no Arquipélago da Inovação demonstram a necessidade de um Judiciário mais conectado com as demandas da sociedade. “Estamos vivendo uma revolução tecnológica que afeta o Direito diretamente. Nosso papel é garantir que essas transformações sejam usadas para fortalecer o acesso à Justiça e modernizar o Judiciário”, afirmou o ministro.

O TJMSP marcou presença com os servidores Alessandro Gonçalves Torlezi, Diretor de Tecnologia da Informação (DTI), e Hildemar Faria Vasiliauskas, Coordenador de Gestão Participativa, Planejamento e Desenvolvimento Institucional (CGPDI), o qual integra o GaroaLab, Laboratório de Inovação, Inteligência e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) desta Corte. O laboratório atua como espaço estratégico para pensar e implementar soluções que tornem o TJMSP mais eficiente, acessível e conectado com as demandas da sociedade.

Em diálogo com as demais cortes do País, o TJMSP tem o objetivo de se alinhar às melhores iniciativas e contribuir com o desenvolvimento de soluções tecnológicas que promovam maior eficiência na prestação jurisdicional.

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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