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2º Prêmio de Responsabilidade Social do Poder Judiciário e Promoção da Dignidade está com as inscrições abertas

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Categoria: Premiação

Estão abertas as inscrições para o 2º Prêmio de Responsabilidade Social do Poder Judiciário e Promoção da Dignidade, instituído pela Resolução CNJ nº 513/2023. A premiação reconhece ações, projetos e programas inovadores que promovam a inclusão social, o combate à discriminação, o enfrentamento ao tráfico de pessoas e o trabalho decente.

Os interessados podem inscrever suas iniciativas até 7 de março, preenchendo o formulário eletrônico disponível aqui.

O objetivo é disseminar boas práticas que promovam a responsabilidade social e a dignidade humana, destacando iniciativas que gerem impacto positivo nas dimensões social, ambiental, econômica e institucional.

As ações inscritas concorrerão em quatro categorias:

  • Responsabilidade social do Poder Judiciário: Voltada à promoção de cidadania, acesso à justiça e desenvolvimento humano;
  • Enfrentamento ao tráfico de pessoas: Focada em práticas contra a exploração humana;
  • Promoção da inclusão social e combate à discriminação: Iniciativas que enfrentem preconceitos e promovam equidade;
  • Promoção do trabalho decente: Ações contra o trabalho infantil, escravo ou degradante, e assédio nas organizações.

Podem se inscrever tribunais, magistrados(as), órgãos públicos, organizações da sociedade civil, empresas e instituições de ensino. Cada participante pode submeter mais de uma iniciativa, desde que em formulários distintos e com comprovação de implementação há pelo menos um ano. Até três práticas serão premiadas em cada categoria, totalizando 12 iniciativas reconhecidas. A cerimônia ocorrerá em abril de 2025, durante a Semana Nacional de Responsabilidade Social.

Para mais informações, consulte o edital completo disponível no portal do CNJ.

Por: Imprensa TJMSP

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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