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TJMSP promove evento sobre o Holocausto e os direitos humanos no dia 27 de janeiro

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No dia 27 de janeiro, data que marca o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, o Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo (TJMSP) realizará o curso “Os 80 anos da liberação do campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau e o legado para os Direitos Humanos no mundo”. O evento acontece das 15h às 17h30, no edifício-sede do Tribunal, e contará com palestrantes de destaque nacional e internacional para discutir os impactos históricos e contemporâneos do Holocausto.

A data reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) rememora a liberação do maior campo de extermínio nazista, onde mais de um milhão de pessoas foram mortas. A realização do curso nesta data é um ato de reafirmação do compromisso com a justiça, a igualdade e o respeito à dignidade humana.

O evento reunirá especialistas que apresentarão diversas perspectivas sobre o Holocausto e seus desdobramentos:

  • Jorge Weiser, sobrevivente do Holocausto, nasceu na Hungria e tinha apenas 11 anos quando precisou se separar da família para escapar da perseguição nazista. Reconstruiu sua vida na Hungria antes de emigrar para o Brasil em 1957, fugindo do regime comunista. Formado em Física, Jorge é pai de três filhos e avô de 11 netos;
  • Betina Anton, jornalista formada pela ECA-USP e mestre em História Internacional pela London School of Economics, tem mais de 20 anos de experiência em coberturas internacionais. Na TV Globo, acompanhou eventos como as guerras na Ucrânia e na Síria e todas as eleições americanas desde 2008. Autora de Baviera Tropical, livro sobre Josef Mengele, o “Anjo da Morte de Auschwitz”, Betina recebeu o Prêmio Jabuti e o Vladimir Herzog por seu trabalho investigativo sobre Direitos Humanos;
  • Sarita Mucinic Sarue, educadora e especialista em estudos judaicos, é mestre pela USP e possui formação em Shoá pela Yad Vashem, em Jerusalém. Coordenadora da área educacional do Memorial do Holocausto, é voluntária do Grupo Chaverim e autora de livros e artigos sobre educação e memória, com destaque para sua pesquisa sobre Janusz Korczak, pedagogo que defendeu crianças durante o Holocausto;
  • Flávio de Leão Bastos Pereira, advogado e professor, é especialista em Direito Internacional e Direitos Humanos, com pós-doutorado na Itália e formação em genocídios e direitos humanos no Canadá. Autor de obras sobre genocídio indígena no Brasil, atua como advogado perante a Corte Interamericana de Direitos Humanos e leciona em instituições renomadas, como a Universidade Presbiteriana Mackenzie e a Universidade Tecnológica de Nuremberg;
  • Professor Matheus Alexandre, pesquisador e sociólogo, dedica-se ao estudo do antissemitismo e antissionismo nas esquerdas contemporâneas no Brasil. Mestre pela UFC e colaborador internacional com o CEPEX e a Universidade de Turim, Matheus possui formação em história do antissemitismo pelo Yad Vashem e pela Universidade de Oxford. Também atua como professor de geopolítica e direitos humanos no StandWithUs Brasil.

O evento é gratuito e aberto ao público. Inscrições podem ser realizadas aqui, com emissão de certificados para participantes.

Promovido pelo StandWithUs Brasil e Memorial do Holocausto, com apoio institucional da Escola Judiciária Militar do Estado de São Paulo e do TJMSP.

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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