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Banco de Sentenças da Justiça Militar é lançado em evento com a participação do TJMSP

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O Banco de Sentenças das Justiças Militares foi oficialmente lançado nesta quarta-feira (26/2), em evento realizado no Espaço Cultural Ministro Cherubim Rosa Filho, em Brasília. A iniciativa, desenvolvida em conjunto pelo Superior Tribunal Militar (STM) e pelos Tribunais de Justiça Militar de São Paulo (TJMSP), Minas Gerais (TJMMG) e Rio Grande do Sul (TJMRS), representa um avanço significativo na modernização do acesso a decisões judiciais do segmento militar.

Representando o TJMSP, estiveram presentes o presidente do Tribunal, desembargador militar Enio Luiz Rossetto; o Coordenador Jurídico, Guilherme Tomaz de Araujo; e os integrantes do GaroaLab, Laboratório de Inovação do TJMSP, que desempenhou papel fundamental na implementação do projeto. Entre eles, a Juíza de Direito Substituta Maria Elisa Terra Alves; o Diretor de Tecnologia da Informação, Alessandro Gonçalves Torlezi; e o Coordenador de Gestão Participativa, Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Hildemar Farias Vasiliauskas, que atuaram na elaboração do projeto junto ao Chefe de Seção Judiciário Renato de Oliveira Mota e à Diretoria de Tecnologia da Informação.

A ferramenta permitirá o compartilhamento ágil da jurisprudência das justiças militares na 1ª Instância, auxiliando magistrados(as), promotores(as), defensores(as), estudiosos(as) do Direito Militar e oficiais responsáveis por inquéritos policiais militares e processos disciplinares. Decisões poderão ser filtradas por cada Auditoria Militar Estadual e Tribunal, pela data de juntada de sentença, classe (ação penal militar – procedimento ordinário, cumprimento de sentença cível e procedimento comum cível) e assunto (como os artigos do CPM correlatos, por exemplo).

Para acessar a ferramenta e obter mais informações, clique abaixo e visite o Banco de Sentenças da Justiça Militar.

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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