Você está em: 

Participe da Consulta Pública sobre proposta orçamentária do TJMSP para 2026

Postada em |
Categoria: Sem categoria

O Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo (TJMSP) convida magistrados(as), promotores(as), advogados(as), servidores(as) e a sociedade em geral para participar da Consulta Pública sobre a proposta orçamentária para o exercício de 2026. O objetivo é promover uma gestão participativa e democrática, garantindo maior transparência na administração dos recursos públicos. A consulta estará aberta de 1º de março a 1º de abril de 2025 e pode ser acessada por este link.

Essa iniciativa visa coletar sugestões e opiniões que contribuam para o planejamento orçamentário do TJMSP, assegurando que os recursos sejam direcionados de forma estratégica e alinhada com as necessidades institucionais e da sociedade. O mecanismo consultivo é aberto a qualquer interessado, reforçando o compromisso com a gestão fiscal transparente, conforme preveem a Lei de Responsabilidade Fiscal (LC 101/2000) e a Resolução CNJ nº 221/2016.

Tramitação da proposta orçamentária

A proposta de orçamento deve estar alinhada ao planejamento estratégico do TJMSP, garantindo os recursos necessários para aprimorar a prestação jurisdicional. Seguindo as diretrizes da Resolução CNJ nº 325/2020, a elaboração orçamentária deve considerar as necessidades de custeio, investimentos e pessoal, sempre visando a melhor utilização dos recursos públicos.

Nos termos da Constituição do Estado de São Paulo, a proposta orçamentária do Poder Judiciário será encaminhada ao Poder Executivo para inclusão no projeto de lei correspondente e, posteriormente, a Assembleia Legislativa a avaliará. A proposta deve ser devolvida para sanção até o fim da sessão legislativa.

A participação de todos é fundamental para um planejamento orçamentário mais eficiente e alinhado às demandas da Justiça Militar paulista. Contribua com suas sugestões e ajude a construir um TJMSP mais transparente e eficiente!

Notícias relacionadas:

A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

Da denúncia à sentença: como o Judiciário atua na proteção de mulheres em situação de violência doméstica

Auditório com pessoas sentadas de costas e ao fundo uma mesa com palestrantes

Representatividade no Judiciário avança e mobiliza magistratura em evento no CNJ

Postada em |
Categoria: Sem categoria

TJMSP participa de reunião no Fórum Paulista para Acessibilidade e Inclusão no MPF

Noticias