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TJMSP hasteia nova bandeira institucional na fachada da Corte

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A nova bandeira do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo (TJMSP) foi oficialmente hasteada na fachada da instituição, ao lado dos estandartes do Brasil e do Governo do Estado de São Paulo. O ato simboliza a consolidação do símbolo da Corte, reafirmando a trajetória de serviço à Justiça Militar paulista.

Aprovada em sessão administrativa em 18 de setembro de 2024, a bandeira do TJMSP foi estabelecida pela Resolução nº 111/2024 e carrega elementos históricos e institucionais da Justiça Militar estadual. Seu design apresenta faixas horizontais em preto e vermelho, enquanto o campo central branco abriga o brasão da Corte. A cor preta representa força, poder e constância, enquanto a vermelha simboliza coragem, bravura e sacrifício.

No centro, além do brasão do Tribunal, destacam-se os números dourados “1896” e “1937”, que remetem à criação da Primeira Auditoria Militar, estabelecida pela Lei Estadual nº 491, e ao Tribunal Superior de Justiça Militar, precursor do TJMSP. A escolha das cores dialoga diretamente com a bandeira paulista, reforçando o vínculo entre a Justiça Militar e o Estado de São Paulo.

Mais do que um novo símbolo, a bandeira representa os princípios de justiça, imparcialidade e defesa da ordem que norteiam a atuação do TJMSP. 

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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