Você está em: 

Pop Rua Jud em São Bernardo do Campo conta com a presença do TJMSP

Postada em |

Na última semana, o Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo (TJMSP) participou da 1ª edição do Mutirão de Atendimento à População em Situação de Rua realizado em São Bernardo do Campo (Pop Rua Jud SBC), que ocorreu entre os dias 23 e 25/4 na Avenida Redenção, 271, no centro da cidade. A Corte foi representada pelo servidor José Mario de Castro Bello, supervisor de serviço na Diretoria de Recursos Humanos, que atuou no direcionamento do público aos serviços de saúde e no apoio à entrega de refeições.

Servidor José Mario de Castro Bello em mutirão do Pop Rua Jud São Bernardo. Ele usa um colete azul com o logo do Pop Rua e está próximo a uma grade usada para a organização de fila

Organizado pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) em parceria com diversas entidades públicas e organizações não governamentais, o mutirão já ultrapassou a marca de mil atendimentos no primeiro dia. A força-tarefa foi criada para assegurar às pessoas em situação de rua o acesso a serviços essenciais, como assistência social, saúde, justiça e regularização de documentos.

Durante o evento, participantes puderam solicitar emissão de RG e CPF, atualizar dados no Cadastro Único (CadÚnico), requerer benefícios do INSS, consultar saldos de FGTS, além de receber orientações jurídicas, de saúde e assistência social. A estrutura incluiu ainda testagem rápida de doenças, vacinação, serviços odontológicos, corte de cabelo, refeições e varal solidário. Um dos focos foi o atendimento da comunidade indígena guarani Tape Porã, que aproveitou o evento para garantir a emissão de documentos para suas crianças.

A participação do TJMSP no Pop Rua Jud reafirma seu compromisso com a inclusão e a dignidade humana.

Notícias relacionadas:

A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

Da denúncia à sentença: como o Judiciário atua na proteção de mulheres em situação de violência doméstica

Auditório com pessoas sentadas de costas e ao fundo uma mesa com palestrantes

Representatividade no Judiciário avança e mobiliza magistratura em evento no CNJ

Postada em |
Categoria: Sem categoria

TJMSP participa de reunião no Fórum Paulista para Acessibilidade e Inclusão no MPF

Noticias