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Solenidade marca posse de Juízes de Direito Substitutos na Justiça Militar do Estado de São Paulo

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Na tarde da última sexta-feira (6/6), o Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo realizou em seu Plenário a cerimônia de posse dos Juízes de Direito Substitutos Bruno Maciel dos Santos e Gabriela Barchin Crema. A solenidade contou com a presença de autoridades civis e militares, membros da magistratura e Ministério Público, representantes da advocacia, servidores(as) e familiares dos empossados. Conduzidos ao Plenário pelo Juiz de Direito Lauro Ribeiro Escobar Junior, os novos magistrados foram calorosamente acolhidos pela Corte. 

Após o ingresso, o Corregedor-Geral da Justiça Militar Estadual, Desembargador Militar Silvio Hiroshi Oyama, proferiu o discurso de abertura, em nome do Tribunal, utilizando uma analogia poética com a jornada de Ulisses em direção a Ítaca para simbolizar a trajetória dos novos juízes. “Bruno e Gabriela tiveram o sonho de serem magistrados. Na jornada para Ítaca, o herói da Guerra de Troia enfrentou inúmeros obstáculos. (…) Que este Tribunal seja a Ítaca de vocês”, declarou o Corregedor. A fala foi finalizada com versos de Konstantinos Kaváfis, em que se destaca: “Nunca se esqueça, sem Ítaca você jamais teria partido. Este é o verdadeiro significado de Ítaca”.

Na sequência, os empossados realizaram a assinatura do livro de posse da Corte e proferiram suas falas. O primeiro a discursar foi o Dr. Bruno Maciel dos Santos, que destacou a realização pessoal e profissional representada pelo momento. “Esse concurso, por vezes, pareceu muito distante, por vezes quase impossível. Mas não deixei de acreditar”, afirmou. Em sua fala, o magistrado expressou gratidão aos colegas da Procuradoria do Estado de São Paulo e às familiares presentes. “Para o Tribunal, eu só posso me comprometer a trabalhar arduamente, me dedicar dia a dia e retribuir essa confiança com seriedade”, concluiu.

Em seguida, foi a vez da Dra. Gabriela Barchin Crema, que celebrou a conquista como um marco de sua trajetória dedicada ao serviço público. “É um dia de solenemente assumir responsabilidades e firmar compromissos com a justiça e com a sociedade”, afirmou. A magistrada reforçou seu compromisso com a Constituição, com os direitos fundamentais e com os princípios basilares da Justiça Militar:
“A hierarquia e a disciplina serão os pilares fundamentais que guiarão minhas decisões, sempre na busca da decisão que melhor materializa a justiça e o respeito à dignidade da pessoa humana”. A juíza finalizou: “Atuarei para que a autoridade de minhas decisões não se sustente apenas na força do meu cargo, mas, sobretudo, na racionalidade, na razoabilidade e na justeza dos seus fundamentos”.

Antes do encerramento, o Juiz Lauro Ribeiro Escobar Junior fez uma fala de boas-vindas, parabenizando os novos magistrados e reiterando o compromisso da instituição com a excelência e a ética na prestação jurisdicional.

Coube ao Presidente do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo, Desembargador Militar Enio Luiz Rossetto, encerrar a solenidade. O magistrado ressaltou o esforço envolvido na realização do concurso iniciado em 2016 e comemorou a chegada dos novos integrantes à magistratura militar. “Hoje é a consolidação de um trabalho que começou lá em 2016. A emoção do Bruno e da Gabriela representa isso: uma conquista, um sonho”, destacou. Rossetto também evidenciou as experiências anteriores dos empossados como indicativos de que trarão grandes contribuições à Justiça Militar. “Temos que ter capacitação constante em nossa vida, independência no ato de julgar. Se seguirmos os princípios éticos da magistratura, teremos sempre uma vida profissional de sucesso”, concluiu.

Com emoção, simbolismo e compromisso institucional, a cerimônia selou o início da trajetória de dois novos Juízes de Direito Substitutos que agora integram os quadros do Juízo Militar paulista.

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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