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TJMSP divulga cartilha sobre violência contra pessoas com deficiência

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Categoria: Acessibilidade

O Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo (TJMSP) divulga a cartilha Violência contra pessoas com deficiência: você sabe como evitar, identificar e denunciar?, produzida pelo Instituto Jô Clemente (antiga APAE de São Paulo) em parceria com a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

A publicação reúne orientações fundamentais para ampliar o conhecimento sobre as diferentes formas de violência que atingem pessoas com deficiência, com foco na prevenção, no reconhecimento de sinais de violação de direitos e na importância da denúncia. O material apresenta ainda conceitos como capacitismo e barreiras sociais que dificultam a participação plena dessas pessoas na vida em sociedade.

O objetivo da cartilha é promover a proteção e o respeito à dignidade das pessoas com deficiência, além de fortalecer a atuação de profissionais, familiares e instituições públicas no enfrentamento da violência. Também são abordadas estratégias de prevenção e os canais disponíveis para denúncia, com linguagem acessível e abordagem didática.

Entre os temas destacados no conteúdo estão:

  • Tipos de violência mais recorrentes, como física, psicológica, sexual, moral e patrimonial;
  • Barreiras à participação social e seus impactos;
  • A importância do enfrentamento ao capacitismo;
  • Recomendações práticas para pessoas com deficiência, famílias, comunidades e profissionais da rede de serviços;
  • Informações sobre canais de acolhimento e denúncia, como a 1ª Delegacia de Polícia da Pessoa com Deficiência.


A cartilha está disponível neste link, para pessoas servidoras, profissionais da magistratura e colaboradoras(es) e demais interessados(as). A iniciativa reforça o compromisso do TJMSP com a promoção dos direitos humanos, da acessibilidade e da inclusão, em conformidade com os princípios institucionais e as diretrizes estabelecidas pelas políticas públicas de equidade.

Por: Imprensa TJMSP

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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