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Revista Eletrônica do TJMSP recebe artigos até 30 de agosto

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Categoria: Institucional

Continua aberto o prazo para submissão de artigos para a 1ª edição da Revista Eletrônica do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo (RETJMSP), publicação que nasce como espaço para reflexão, debate e difusão do conhecimento jurídico aplicado à Justiça Militar, sob abordagens doutrinárias, jurisprudenciais e interdisciplinares.

Magistrados(as), membros do Ministério Público, da Defensoria Pública, da Procuradoria e pesquisadores(as) com atuação ou interesse na Justiça Militar podem submeter artigos até 30 de agosto. Serão aceitos textos inéditos ou adaptados de monografias, dissertações e teses, desde que atendam às diretrizes editoriais.

As submissões devem ser feitas pela plataforma da Revista, disponível no endereço https://ojs.tjmsp.jus.br, na qual também constam as orientações completas para autores e autoras. Artigos aprovados integrarão a edição inaugural da RETJMSP, que será publicada gratuitamente no site do Tribunal, com acesso livre ao público.

Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail revista@tjmsp.jus.br.

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Categoria: Sem categoria
A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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