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Coral TJMSP celebra seu primeiro aniversário

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Categoria: Coral TJMSP

Na tarde desta segunda-feira (30/6), o Coral do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo (TJMSP) comemorou seu primeiro ano de existência com um coffee break marcado pela comunhão entre cada participante.

Resultado de uma parceria com o Corpo Musical da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP), o grupo foi criado em junho de 2024 por iniciativa da Presidência do TJMSP, e hoje já conta com 30 coralistas. A iniciativa nasceu com um propósito amplo: aliar a promoção da qualidade de vida, a integração entre colegas e a valorização da cultura dentro da Corte.

Sob as regências do Subtenente Jeimis Henrique Mota Alvarenga e do Cabo PM Samuel Gomes de Paula, o Coral reúne servidores(as) ativos(as), inativos(as) e colaboradores(as) da Assessoria Policial Militar do Tribunal divididos em quatro naipes — soprano, contralto, tenor e baixo —, compondo um corpo vocal plural e potente. Com ensaios regulares, já conta com um repertório que transita entre o erudito e o popular, somando 15 canções ensaiadas.

Em apenas um ano, os(as) coralistas já se apresentaram em momentos marcantes, como a Solenidade de Entrega das Medalhas do Mérito Funcional, o Natal Solidário, o aniversário de 88 anos do TJMSP e a abertura da Semana da Saúde dos Tribunais paulistas.

Ao longo desse primeiro ano, o Coral mostrou que a música também pode fazer parte da dinâmica institucional, cumprindo o importante papel de afinar propósitos e sustentar notas coletivas. O TJMSP agradece e parabeniza todos(as) os(as) coralistas por essa jornada tão inspiradora.

Participantes do Coral TJMSP reunidos atrás de mesa com lanche comemorativo de aniversário de 1 ano

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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