Você está em: 

VIII Encontro Internacional sobre Justiça Militar e Direito Internacional Humanitário conta com participação do TJMSP

Postada em |
Categoria: Direitos Humanos

segunda-feira, 01 de setembro de 2025

O presidente do Tribunal de Justiça Militar de São Paulo (TJMSP), desembargador militar Enio Luiz Rossetto, e o diretor da Escola Judiciária Militar, desembargador militar Paulo Adib Casseb, representaram a Corte no VIII Encontro Internacional sobre Justiça Militar e Direito Internacional Humanitário, realizado em Lima, Peru.

Des. Mil. Enio Luiz Rossetto palestrando no VIII Encontro Internacional sobre Justiça Militar e Direito Internacional Humanitário
Des. mil. Paulo Adib Casseb palestrando no VIII Encontro Internacional sobre Justiça Militar e Direito Internacional Humanitário

Os magistrados participaram como palestrantes na mesa dedicada ao tema “Organização, competência e desafios atuais da Justiça Militar Estadual”, na qual apresentaram aspectos do funcionamento e da estrutura da Justiça Militar nos Estados brasileiros.

O evento, promovido pelo Fuero Militar Policial do Peru, ocorreu entre os dias 27 e 29 de agosto e reuniu representantes de instituições ligadas à Justiça Militar da Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Estados Unidos, México, Paraguai e República Dominicana.

A Jurisdição da Polícia Militar do Peru é um órgão autônomo e imparcial, de caráter excepcional, com competência exclusiva em matéria penal militar e policial, independente do Poder Judiciário, das Forças Armadas e da Polícia Nacional do país.

Por: Imprensa TJMSP

Notícias relacionadas:

Grupo composto por homens e mulheres formalmente vestidos postados lado a lado em cerimônia oficial

Ouvidorias judiciais em pauta: TJMSP participa de encontro nacional em Mato Grosso

Postada em |
Categoria: Sem categoria
A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

Da denúncia à sentença: como o Judiciário atua na proteção de mulheres em situação de violência doméstica

Auditório com pessoas sentadas de costas e ao fundo uma mesa com palestrantes

Representatividade no Judiciário avança e mobiliza magistratura em evento no CNJ

Noticias