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TJMSP é novamente reconhecido com o Selo Linguagem Simples

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Pelo segundo ano consecutivo, o Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo (TJMSP) foi agraciado com o Selo Linguagem Simples. A cerimônia de entrega da certificação, edição 2025, realizada nesta terça-feira (16), em Brasília, contou com a participação do Desembargador Militar Silvio Hiroshi Oyama, que representou o TJMSP no evento. Concedido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o selo destaca o compromisso da Corte com a adoção de uma comunicação institucional mais clara, acessível e de fácil compreensão para todos os públicos.

A cerimônia contou com a presença de autoridades do Poder Judiciário e foi marcada pelo destaque a 47 órgãos do Judiciário brasileiro que, assim como o TJMSP, foram reconhecidos por seus esforços na utilização de linguagem direta, especialmente em decisões judiciais e comunicações oficiais. O Selo Linguagem Simples visa valorizar práticas de comunicação que facilitam o entendimento das informações e promovem a transparência nas interações do Judiciário com a sociedade.

A conquista do TJMSP é resultado de uma série de iniciativas voltadas para a simplificação da linguagem, destacando-se a implementação do Manual de Identidade Visual, por meio da Resolução nº 113/2024 – AssPres. Esse manual estabelece diretrizes visuais e textuais que garantem a clareza, uniformidade e acessibilidade da comunicação institucional, alinhando o Tribunal com as práticas de Linguagem Simples incentivadas pelo CNJ.

A certificação conquistada pelo TJMSP é um reflexo do compromisso contínuo da Corte em promover a eficiência na comunicação e garantir que as informações judiciais cheguem ao público de forma simples e objetiva, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e bem-informada.

Por: Imprensa TJMSP

Vice-presidente do TJMMG, Des. Mil. James Ferreira Santos, presidente do TJMG, Des. Luiz Carlos Corrêa Junior e Corregedor-Geral do TJMSP, Des. Mil. Silvio Hiroshi Oyama

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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