Você está em: 

TJMSP empossa juíza de Direito substituta

Postada em |

O Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo, realizou nesta quarta-feira, 07/04, a posse da juíza de Direito substituta, Dra Maria Elisa Terra Alves.

A posse ocorreu no plenário da corte castrense na Rua Dr Vila Nova, região central da capital.

O presidente do TJMSP, Clovis Santinon, empossou a magistrada acompanhado do corregedor-geral da Justiça Militar estadual, Avivaldi Nogueira Junior; do juiz de Direito Lauro Ribeiro Escobar Junior e do juiz de Direito substituto Marcos Fernando Theodoro Pinheiro.

Após o presidente Clovis Santinon apresentar a Dra Maria Elisa e a magistrada assinar e ler o termo de posse, o corregedor-geral Avivaldi Nogueira Junior deu boas vindas em nome Tribunal.

“É uma satisfação recebe-la, as portas aqui estarão sempre abertas e tenho certeza que fará um bom trabalho, parabéns à senhora, parabéns ao Tribunal de Justiça Militar e conte sempre conosco”, concluiu o corregedor-geral.

Emocionada, a magistrada agradeceu a todos e aos pais pelo apoio que foi importante para sua conquista em chegar ao TJMSP.

“Eu acho que quem merece um agradecimento especial é minha mãe, meu pai, que não pode estar aqui presente. Eles batalharam muito desde a minha Educação primária. Como exemplo de pessoas, como apoio no momento que pensei em prestar concursos e minha mãe sempre acreditou. Estou disposta a continuar o esforço para aprender muito aqui e ser muito feliz neste Tribunal”, concluiu.

A nova magistrada do TJMSP nasceu em São Paulo, capital, é formada em Direito pela PUC-SP, mestre em Direito Penal pela Universidade Westfälische Wilhelms-Universität de Muenster na Alemanha, reconhecido pela Universidade de Brasília e foi procuradora-chefe da Câmara Municipal de Santos.

Presidente Clovis Santinon recebe a juiza Maria Elisa na presidência
Juíza Maria Elisa é empossada no TJMSP
Magistrada recebe brasão do TJMSP
Lauro Ribeiro Escobar, Maria Claudia Terra Alves, Maria Elisa Terra Alves, Clovis Santinon, Avivaldi Nogueira Junior e Marcos Fernando Theodoro Pinheiro

Notícias relacionadas:

A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

Da denúncia à sentença: como o Judiciário atua na proteção de mulheres em situação de violência doméstica

Auditório com pessoas sentadas de costas e ao fundo uma mesa com palestrantes

Representatividade no Judiciário avança e mobiliza magistratura em evento no CNJ

Postada em |
Categoria: Sem categoria

TJMSP participa de reunião no Fórum Paulista para Acessibilidade e Inclusão no MPF

Noticias