Você está em: 

Magistrado Paulo Prazak se aposenta no TJMSP

Postada em |

O magistrado Paulo Prazak participou, nesta quarta-feira, 09/06, de sua última sessão no Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo.

Próximo de completar 75 anos, o magistrado se aposenta após 35 anos de magistratura no TJMSP.

Por questões de segurança e proteção contra a Covid-19, a sessão solene reuniu apenas servidores de apoio, magistrados e familiares no plenário do Tribunal. Demais convidados e autoridades acompanharam ao vivo por videoconferência.

Em nome do Ministério Público falou o Procurador Pedro Falabella, que atua no TJM.

Em seguida, os juízes do Tribunal prestaram suas homenagens. As falas dos juízes Paulo Adib Casseb e Fernando Pereira foram transmitidas por vídeo. Após, falaram os juízes Silvio Hiroshi Oyama, Orlando Eduardo Geraldi e Avivaldi Nogueira Junior.

Mauricio Prazak, filho do magistrado, falou em nome da família e emocionou a todos lembrando o pai, avô, marido e amigo que é Paulo Prazak. A esposa do magistrado, dona Mariza Prazak, recebeu flores do TJMSP .

O presidente Clovis Santinon entregou uma placa de agradecimento do TJMSP ao Dr. Prazak.

Além de Maurício e dona Mariza, estiveram presentes o filho Guilherme e as noras Marcela e Nathalia.

O juiz Paulo Prazak discursou e lembrou sua trajetória desde os tempos de oficial da Polícia Militar, passando pela Procuradoria do Estado até chegar no TJMSP em 1986.

“Falo a todos os amigos que levo o aprendizado de cada um de vocês e cada particularidade. Desde 1986 aqui nesta casa e, em 2002, promovido ao Tribunal. Neste tempo de magistratura tenho quase certeza de que posso ter absolvido alguns culpados, e absoluta certeza de que nunca condenei um inocente. Sempre procurei aplicar a justiça”.

O Dr. Paulo Prazak encerrou seu discurso agradecendo à família e em especial à esposa Mariza, sua companheira há 50 anos.

Em seguida o presidente Clovis Santinon encerrou a sessão.

Assista a sessão na íntegra clicando aqui.

Silvio Hiroshi Oyama e Orlando Eduardo Geraldi
Juízes do Tribunal na sessão solene
Ex-juiz do TJM coronel Neves e coronel PM Joselito Junior
Juiz Paulo Adib Casseb fala em vídeo
Avivaldi Nogueira Junior e Paulo Prazak
Familiares acompanham a despedida do juiz Paulo Prazak do TJMSP
Presidente Clovis Santinon
Juiz Fernando Pereira fala em vídeo
Mauricio Prazak fala em nome da família
Dona Mariza recebe homenagem do TJMSP
Juiz Paulo Prazak recebe placa de agradecimento do TJMSP
Dr Paulo Prazak com as servidoras do TJMSP
Juiz Paulo Prazak recebe homenagem dos profissionais de Saúde do TJMSP
Marcela, Mauricio, Sra Mariza, Guilherme e Natalia Prazak com Paulo Prazak
Silvio Hiroshi Oyama, Avivaldi Nogueira Junior, Orlando Eduardo Geraldi, Clovis Santinon, Paulo Prazak, Antonio Augusto Neves e Lauro Ribeiro Escobar Junior

Notícias relacionadas:

Magistrados togados posam lado a lado em cerimônia de posse de novos desembargadores

Posse no TJSP reúne autoridades e conta com participação do TJMSP

Postada em |
Grupo composto por homens e mulheres formalmente vestidos postados lado a lado em cerimônia oficial

Ouvidorias judiciais em pauta: TJMSP participa de encontro nacional em Mato Grosso

Postada em |
Categoria: Integridade
A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

Da denúncia à sentença: como o Judiciário atua na proteção de mulheres em situação de violência doméstica

Noticias