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I Seminário sobre Direito e Justiça Militar

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O presidente do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo, Clovis Santinon participou nesta quarta-feira, 22/09, do I Seminário sobre Direito e Justiça Militar.

O evento organizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), foi realizado nos dias 21 e 22 em Brasília, com o apoio do Superior Tribunal Militar (STM) e pela Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados da Justiça Militar da União (Enajum).

Voltado para a Magistratura, Advocacia, Ministério Público e estudantes de Direito o seminário abordou a história, estrutura e perspectivas da Justiça Militar e teve na abertura as presenças do presidente do Supremo Tribunal Federal, STF, e Conselho Nacional de Justiça, CNJ, ministro Luiz Fux e do presidente do Superior Tribunal Militar, STM, ministro Luis Carlos Gomes Mattos.

O juiz do TJMSP, Orlando Eduardo Geraldi falou nesta quarta-feira, 22/09, sobre a Justiça Militar do Estado de São Paulo.

O presidente do TJMSP, Clovis Santinon participou da mesa de encerramento dos trabalhos, ao lado do presidente do TJMRS, Fabio Duarte Fernandes; do presidente do TJMMG, Fernando José Armando Ribeiro e do presidente da Comissão Permanente de Aperfeiçoamento da Justiça Militar, no CNJ, conselheiro André Godinho.

Abertura com a presença do ministro Luiz Fux
Presidente do TJMSP Clovis Santinon e demais participantes do Seminário
Presidente do TJMSP durante o evento

IMPRENSA – TJMSP

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Categoria: Integridade
A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

Da denúncia à sentença: como o Judiciário atua na proteção de mulheres em situação de violência doméstica

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