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Justiças Militares Estaduais têm agenda em São Paulo

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quinta-feira, 27 de outubro de 2022

O Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo (TJMSP) sediou na quarta-feira, 26/10, a reunião do Colégio Permanente de Presidentes de Tribunais Estaduais de Justiça Militar do Brasil e a Assembleia Geral da Associação dos Magistrados das Justiças Militares Estaduais (AMAJME).

A reunião do Colégio foi realizada pela manhã e tratou de assuntos institucionais e de interesse das Justiças Militares Estaduais de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. O principal item da pauta versou sobre o Projeto de Lei nº 9.436/2017, de autoria da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, com substitutivo, o qual traz significativas modificações no Código de Processo Penal Militar (CPPM) e outras leis esparsas, com reflexo para as Justiças Militares Estaduais.

No período da tarde, aconteceu a Assembleia Geral da AMAJME para tratar de atos administrativos e da aprovação de balancete.

A assembleia foi realizada de forma híbrida (presencial e virtual), com o presidente da AMAJME, Getúlio Corrêa; o presidente do TJMSP, Orlando Eduardo Geraldi; os juízes da 2ª Instância do TJMSP Avivaldi Nogueira Junior, Fernando Pereira, Clovis Santinon e Silvio Hiroshi Oyama, além dos juízes da 1ª Instância do TJMSP Marcos Fernando Theodoro Pinheiro e Maria Elisa Terra Alves; o presidente do TJMMG, Rúbio Paulino Coelho; o desembargador militar do TJMMG, Fernando Galvão; os desembargadores militares do TJMRS, Fábio Duarte Fernandes e Sergio Antonio Berni de Brum, além do juiz Gustavo Assis Garcia (TJGO).

Por: Imprensa TJMSP

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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