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Comissão Feminina do TJMSP participa de evento nacional sobre igualdade de gênero na Justiça

A Comissão de Representação Institucional Feminina do TJMSP, representada pela Juíza de Direito Maria Elisa Terra Alves e pela servidora Adriana de Souza Miniguiti, participou da quarta edição do evento “Mulheres na Justiça: Novos Rumos da Resolução CNJ n. 255”.

O evento ocorreu entre os dias 25 e 26 de setembro na sede do Conselho Nacional de Justiça e abordou dois painéis expositivos (“Mulheres e Interseccionalidades: Desafios e Caminhos na Justiça” e “Políticas Judiciárias para Mulheres Baseadas em Evidências”) e oficinas que trataram temas como violência doméstica e familiar contra mulheres no contexto do Poder Judiciário, carreira e identidade feminina no mundo pós-moderno, os avanços e desafios da implementação das resoluções CNJ n. 525/2023 e n. 540/2023 para magistradas e servidoras.

A participação da Comissão no evento reflete os objetivos da Resolução CNJ n. 255, que instituiu a Política Nacional de Incentivo à Participação Institucional Feminina no Poder Judiciário em 4 de setembro de 2018. A norma visa promover a igualdade de gênero e ampliar a presença feminina em cargos de liderança e decisão. Entre as medidas previstas, destacam-se a criação de repositórios de juristas, campanhas de valorização e o alinhamento com compromissos internacionais.

Em 2025, durante a 12ª Sessão Ordinária, o CNJ reforçou a aplicação da Resolução, garantindo que a participação igualitária entre mulheres e homens também seja observada nos conselhos da Justiça Militar. A medida estabelece que os conselhos da Justiça Militar devem observar as diretrizes da Resolução, especialmente quanto à participação feminina em cargos de chefia, assessoramento e eventos institucionais.

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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