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Participe do evento: “Convencionalidade e Direitos Humanos”

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Categoria: EJMSP

quarta-feira, 16 de outubro de 2024

O Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo (TJMSP) realizará no edifício-sede, nos dias 4 e 11 de novembro, das 10h às 12h, o evento Convencionalidade e Direitos Humanos. O objetivo é promover o debate sobre o controle de convencionalidade, suas origens, formas e impactos na prática judicial, fortalecendo a proteção dos Direitos Humanos na Justiça Militar estadual.

Aberto aos magistrados (as) da Justiça Militar e Comum, promotores(as), advogados(as), militares e servidores(as), o evento contará com palestras conduzidas por especialistas na área.

No dia 4/11, o Dr. Marcos Alexandre Coelho Zilli falará sobre “Aspectos introdutórios sobre o controle de convencionalidade e do controle de convencionalidade difuso”. Já em 11/11, o Dr. Flávio de Leão Bastos Pereira abordará a “Teoria Geral do Controle de Convencionalidade e o Sistema Interamericano de Direitos Humanos”.

Haverá emissão de certificados para magistrados (as) e servidores inscritos e presentes nos dois dias de eventos.

O evento é gratuito. Não perca essa oportunidade de participar de discussões essenciais sobre Direitos Humanos! Inscreva-se aqui!

Evento “Convencionalidade e Direitos Humanos”

Local: Anfiteatro do TJMSP – Rua Dr. Vila Nova, 285 – Vila Buarque, São Paulo/SP
Datas: 4 e 11 de novembro de 2024
Horário: das 10h às 12h
Inscrições: https://forms.gle/8Gu3WjNxTZbHzziZ8

Por: Imprensa TJMSP

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A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

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