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Estatuto da Magistratura Brasileira Interamericana fortalece atuação do Judiciário em direitos humanos

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Categoria: Direitos Humanos

Após iniciativa aprovada pelo plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) no último dia 17/3, o Poder Judiciário brasileiro passa a contar com um novo referencial para a atuação jurisdicional: o Estatuto da Magistratura Brasileira Interamericana, que reúne diretrizes voltadas à aplicação dos tratados internacionais de direitos humanos no país. Construído com apoio de diversos tribunais brasileiros, o documento se pauta no reconhecimento de que todo juiz nacional é também um juiz interamericano.

Dessa forma, o Estatuto propõe uma ampliação de perspectiva. A magistratura é chamada a considerar não só a legislação nacional em suas decisões, como também os compromissos assumidos pelo Brasil no âmbito internacional, especialmente no Sistema Interamericano de Direitos Humanos.

O Estatuto apresenta orientações práticas para o exercício da função jurisdicional, com foco em uma atuação mais sensível, com integração e alinhamento aos direitos humanos. Entre os principais pontos, destacam-se:

  • A centralidade das vítimas de violações de direitos humanos
  • A busca pela reparação integral dos danos
  • A proteção de pessoas em situação de vulnerabilidade
  • A valorização de uma linguagem simples, clara e acessível nas decisões

Outro aspecto relevante é o incentivo ao chamado controle de convencionalidade, que consiste na análise da compatibilidade das normas e atos internos com os tratados internacionais de direitos humanos ratificados pelo Brasil.

Judiciário em diálogo com perspectivas internacionais
O Estatuto também estimula o diálogo entre o direito brasileiro e o direito internacional. Isso significa considerar, sempre que pertinente, a jurisprudência da Corte Interamericana de Direitos Humanos e os parâmetros da Comissão Interamericana. Na prática, essa integração contribui para decisões mais consistentes, conectadas a padrões internacionais e voltadas à efetiva proteção de direitos.

O Estatuto da Magistratura Brasileira Interamericana está disponível para consulta em formato digital. Magistrados(as), servidores(as) e toda a sociedade podem acessar o documento e conhecer as diretrizes que orientam essa nova abordagem na atuação judicial.

Uma fotografia em ângulo lateral de uma mesa de conferências longa e curva, preparada para uma reunião diplomática ou governamental. A mesa de madeira escura e brilhante está organizada com vários microfones de haste flexível (gooseneck), blocos de notas, canetas e copos de água com guardanapos dispostos para cada participante.

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Cinco pessoas posam lado a lado em uma sala de cerimônias com piso de madeira e paredes claras. Três pessoas ao centro seguram documentos impressos voltados para a câmera. As demais estão vestidas com trajes formais. Ao fundo há cadeiras alinhadas e, à direita, bandeiras em mastros, incluindo a bandeira do Brasil e uma bandeira institucional. A fotografia registra um momento oficial de assinatura ou apresentação de documentos em ambiente institucional.

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Fotografia em plano inteiro e ângulo frontal mostrando um grupo de treze autoridades posicionado em linha reta no centro de um plenário judicial, com mesas de madeira escura em primeiro plano e um crucifixo de madeira fixado na parede ao fundo. No centro exato do grupo, destaca-se o Corregedor-Geral da Justiça Militar Estadual, Desembargador Militar Ricardo Juhás Sanches, um homem de pele clara, cabelos grisalhos curtos, vestindo terno e calça cinza-escuro, camisa branca e gravata cinza-clara, com as mãos unidas à frente do corpo. Ladeando o magistrado, tanto à esquerda quanto à direita, estão posicionados doze novos membros empossados do Conselho Permanente de Justiça, homens e mulheres de diferentes etnias, todos vestindo o uniforme oficial cinza de gala da Polícia Militar (fardamento com camisas sociais, gravatas escuras e insígnias). Três bandeiras oficiais estão dispostas em pedestais logo atrás do grupo, à esquerda do Corregedor-Geral

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Categoria: Institucional
Grupo de pessoas caracterizadas como militares marcha em formação dentro de um grande salão com colunas altas e piso de mármore, em direção a uma porta com a inscrição “JÚRI” e um símbolo da balança da justiça. À frente, pessoas vestidas de branco acompanham o desfile. À esquerda, um grupo observa a cena, uma pessoa segura um cartaz com o texto “Constituição já!”. No lado direito, há um monte de sacos empilhados próximo à entrada. A iluminação é interna, com lustres e luz amarelada, destacando a arquitetura clássica do ambiente.

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