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Campanha nacional alerta: violência doméstica pode ser invisível

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Categoria: Direitos Humanos

Durante o mês de março, o Conselho Nacional de Justiça promove a campanha “A violência não mora aqui”, mobilização que reúne tribunais de todo o país no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher.

A iniciativa chama atenção para um aspecto central: a violência nem sempre é visível aos olhos. A Lei nº 11.340/2006, Lei Maria da Penha, reconhece que agressões vão além da violência física.

Quem faz empréstimo em nome da mulher ou ameaça gastar todos os seus recursos pode praticar violência patrimonial.
Quem humilha, expõe ou constrange verbalmente ou pela internet pode incorrer em violência moral ou digital.
Quem afirma que está “fazendo um favor” ao permanecer na relação, ameaça abandonar ou manipula emocionalmente pratica violência psicológica.
Quem obriga a manter relação íntima contra a vontade comete violência sexual.

Monitoramento constante por aplicativos, vigilância e perseguição reiterada também configuram crime. O artigo 147-A do Código Penal tipifica o crime de perseguição (stalking).

Para auxiliar na identificação de sinais, a campanha disponibiliza material educativo, como o questionário “Relacionamento saudável ou abusivo?”

Infográfico vertical e institucional com fundo em tons de roxo e lilás, estruturado em formato de questionário educativo. No topo, sobre um fundo areia, destaca-se o título em letras maiúsculas roxas:

Perguntas simples — sobre controle, ameaças, isolamento, invasão de privacidade e intimidação — podem indicar dinâmica abusiva quando respondidas afirmativamente.

Reconhecer é primeiro passo

Infográfico vertical e institucional com fundo gradiente que transita do roxo escuro no topo para o bege claro ao centro, e finaliza em roxo na base. Na parte superior, abaixo da ilustração geométrica de uma luminária acesa, destaca-se o slogan em letras maiúsculas:

Informação qualificada permite interromper ciclo de violência e buscar apoio na rede de proteção.

Em situações de risco ou quando houver necessidade de orientação, é fundamental recorrer aos canais oficiais de atendimento. O Estado de São Paulo dispõe de serviços permanentes e gratuitos voltados à proteção da mulher.

Canais oficiais de atendimento – Estado de São Paulo

Em situação de emergência
Ligue 190 (Polícia Militar).

Atendimento nacional
Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher
Canal gratuito, anônimo e disponível 24 horas.

Município de São Paulo
Casa da Mulher Brasileira
Rua Vieira Ravasco, 26 – Cambuci – São Paulo/SP
Telefone: 3275-8000
Atendimento 24 horas, com equipe multiprofissional, Delegacia, Ministério Público, Tribunal de Justiça e possibilidade de alojamento provisório.

SP 156 – Prefeitura de São Paulo
Informações e denúncias sobre serviços de proteção.

Enfrentar violência doméstica é responsabilidade coletiva. Reconhecer sinais, orientar corretamente e utilizar canais oficiais são medidas que contribuem para proteção de direitos e preservação da dignidade.

Ilustração gráfica quadrada de fundo vermelho vibrante. No canto superior esquerdo, o número
Ícone oficial do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 16 da ONU, com fundo azul. No canto superior esquerdo, o número
Ícone oficial do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 17 da ONU, com fundo azul-marinho. No canto superior esquerdo, o número

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Categoria: Inovação
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Categoria: Institucional

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