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Palestra e lançamento da obra coletiva sobre reinvenção das instituições públicas durante a pandemia

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O juiz diretor da Escola Judiciária Militar do Estado de São Paulo, Cel Fernando Pereira, participou, na quinta-feira (1º) , do evento de lançamento da obra coletiva “A reinvenção das instituições públicas para prestar um serviço público de qualidade à população durante a pandemia”, promovido pela Escola Judiciária Militar do Estado de São Paulo, Escola da Defensoria Pública do Estado de São Paulo (Edepe), Escola Paulista da Magistratura (EPM), Escola Superior do Ministério Público de São Paulo (ESMP), Escola de Magistrados da Justiça Federal da 3ª Região (Emag), Centro de Estudos e Escola Superior da Procuradoria Geral do Estado (ESPGE) e Centro de Estudos Jurídicos da Procuradoria Geral do Município de São Paulo (Cejur/PGMSP) e Escola Paulista de Contas Públicas (EPCP).

O evento foi realizado on-line e aberto a todos os interessados, com a transmissão na Central de vídeos do site da EPM e nos canais da Defensoria Pública de São Paulo, do Cejur/PGMSP e da Emag no YouTube.

IMPRENSA TJMSP

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Categoria: Integridade
A imagem apresenta um fundo roxo escuro, com um elemento central em formato de caminho sinuoso, semelhante a uma estrada clara que se estende horizontalmente pela cena. À esquerda, esse caminho se conecta a um grande símbolo estilizado que remete ao feminino — uma combinação entre o símbolo da mulher e uma fechadura, sugerindo proteção, segurança ou acesso restrito. O formato lembra uma entrada ou portal. Sobre o caminho, duas mulheres caminham lado a lado, em direção à esquerda, como se estivessem se aproximando desse símbolo/portal. Elas são representadas de forma simples e estilizada, com roupas em tons contrastantes (uma em rosa e outra em azul), reforçando a ideia de diversidade e movimento conjunto. No canto superior direito, aparece a frase: “A VIOLÊNCIA NÃO MORA AQUI”, em letras brancas. A composição transmite a ideia de um percurso seguro, acolhimento e proteção contra a violência, especialmente voltada às mulheres. O caminho pode simbolizar uma jornada ou acesso a um espaço onde há respeito e segurança.

Da denúncia à sentença: como o Judiciário atua na proteção de mulheres em situação de violência doméstica

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